Lúgubre Insone
Em tumbal descanso,o eterno sonho,em desalinho; Erga-te Futuro,pois não trajo lutos ou um corpo, em definho a um rogo sozinho. Meus rubros olhos,são brasões da noite; Vagam em açoite penumbra,como um selvático réu da escuridão. No claustro da Luz encoberta, o deleite,da apreciada solitude razão. Sonâmbulo do Tempo, com seu não opor,em desprovimento. Sepultura-berço, dos dias que se debatem a um perneal crepúsculo; sob um desenlace em constrangimento. Deite-se..., Passado; prometo-lhe,com apenas um imaginar de pranto, o lembrar salvo ,de um fossado; com o dispor a um colocar, de seu esplendoroso manto. A gélida palidez da pele em treva recanto, se declama,como um posto Sol; em suas cansadas horas de sordidez. Insensatez...,sob uma Linda Lua-Farol. Em prol,de uma alegre e imortal, estupidez. By Santidarko