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Ontens atrás(o mastrear do amanhã)

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  Áquilo que ainda não existe, do futuro. haverá seu rasto trazer enriste. Sombras Futuristas,sentimentais,que atraem usurpadas lutas a acontecer; elevações jazidas,de memorações do decorrente,de um destinado local a pertencer. Trancado na mente com o meu vir a Ser,...tudo já acontecera; em um piscar Estelar,que ontens atrás,padecera. O mastrear de um ousado e invisual amanhã,és a corajosa preparação de um encouraçado em seu destemido arroje. Trevas serenas,...sob ensolarados dilemas. Ânsias em pares, luxúrias, em aceitados calares. Malsãs  simétricas, ...tétricas. Quem sereis Eu?, em meu declínio apogeu. Vilão? Ancião? Me perdoes ,amanhã.       By Santidarko

Solidão Emancipada

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  A ardência das palavras ,refletidas naquelas paredes anímicas e disformes; me fizeram nascer ,de um ventre de obscuros enigmas. Das prestações de alegrias Passadas; ...dos juros,...do estampido do projétil; com seus grandes abismos de fomentos vigentes. Entristecido e amargurado,em uma noite de rebeldias revoadas; deram á  lápide muda em seu partir...; diálogos prestados, locuções galgadas. A impotência de um íntimo sensual, dadivara a mim,a óssea engrenagem visceral. Sou eu... uma amiga imaginária,que aguarda o dispor, de um feliz voluntário. Que se dediques a mim,seu clamor visionário. Flutuo agora,com uma bruma encarecida, em busca de um Alma dividida. Sonho,com a simbiose das monotônicas solitárias de alguém, sem meu escolher, a quem. A defenderei,de obsessores espirituais, que rodeiam as pessoas com seus lamentos intelectuais. Sou a amiga perfeita,que aos vindos maus, ...estreita.   By Santidarko

Renévoa

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  Sementes,que germinam medos em suores ungidos pelos toques de escavados segredos. Anseios nutridos,...dos escapes de dualismos em seus pequenos enredos. As farpas dos brados antagonistas,em vertiginosos carrosséis de amarguras. Nas fraquezas perante á vida,as blasfêmias,revigoram as feridas. As nuvens carregadas por ideias e conjecturas,derramarão seus pensamentos do humano emanado; em seu deságue outrora aprisionado. Roda,roda  Carrossel, ao sabor de seu Fel. Miseração em galopes; Carmas,ao derrame em caminhos,.. das sortes. Tentáculos, que absorvem revelações acústicas; ...dos agitos das belas imaginações. Revolvendo o rebeliar, das simbióticas insatisfações. O ventre dos sonhos,germinará o natimorto, ...nesse meu triste desconforto.      By Santidarko

O desencanto dos parafusos

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  A voz da trajetória a acontecer, na trilha de velas acesas,pelas conformidades do entristecer. A corte do fardo,em pluralidades escassas; retidas..., pelos destinos errantes e subterrâneos. As vagas Cósmicas não preenchidas pelos simultâneos abstratos dos instantes; em fissuras,nas certezas sólidas, ...refletidas em um espelho de água parada, que ecoa imagens de máscaras sonantes. Alucinatórias clarividências; tragando ardores e consequências,em uma realidade geográfica de fenômenos infraastrais. Sentimentos coloquiais,nas humanas dores. Insones,de mentiras em sinergias. Ruídos,dos destroncos hórridos de cismas,em semânticas de agonias. Na  arca de memórias,todas as inglórias despertas. Revoltas glaciais, ...incertas.   Anômalas câmaras,de encantos abstrusos; ...O desencantos dos parafusos. Efêmeras cumplicidades, mentirosas verdades.         By Santidarko

O acervo dos acasos

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  O vibrar do subliminal,auva em ritual,a psíquica bastarda; ingrata...,em seu ermo acervo neural. Conduítes aonde transitam ocultas Völvas artesãs em um baldado interior, conquistam uma mente atribuída a si mesma,sem valor. Álamos sombrios,moldados sob pensamentos de carnais bramados; Farraparias de sua própria matéria,...esvaindo-se e outrora perdidas,em caminhos fadados. A enxertia em credos com decrepitudes,para com recém-deparados. Urna de épocas,em caminhos aferrados. Prodígio,em uma síntese,...de uma Alma em fome. Miserando éticas..., a um Mundo,com um diorama de prostíbulos em clama; a um intelecto sem sobrenome,em lama. A visita da aurora,és o plágio de um deserto mortífero, em rogos ,de pecados frutíferos. Tragam-me..., Cleópatra; mesmo,com sua ególatra. A árvore ,que se enrosca com a terra sem escolhas, és, a avidez de uma simbiose ,...sem caminhos ou  solhas.     By Santidarko

O crematório de sonhos

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  O adivinho de murmúrios, na ação mecânica das causas em dedos ; em ruídos aflitos, nos estalos dos medos. Aos nevoeiros em devaneios...; o recato das multiformas. Os Húmus ferais das palavras apodrecidas  pelas razões das normas, no término da espera,...reitera,o temerato da lama em sombra. Assoma aos quebrantos;mistérios e desígnios de um carmático. Enfático e derradeiro. De longe...,seu pior hospedeiro. A fornalha dos sonhos, assa em segredo,clandestinos monstros risonhos. Na fatalidade dessa doma,a côncava da treva; em um moinho ,no deleite de sua seva. A neurona, com novo e umbilical a embrionar, seu fúgido bem-estar.  By Santidarko

O homem que dessepultou Frankenstein

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    Bucólicos urubus...,no tegumento inquieto do campo. Trilhas funéreas,com o odor de partos perdidos pelo cobrir da vida manto. A rudimentar energia que acalma a solidão...;caídas em migalhas,do Cósmico parentesco. O burlesco estanco dos exclamados cupinzeiros, são, como a Via Láctea fetal; Oprimidos e escondidos de um Todo;...ao seu convém em um prestar societal. A expressão subliminal da vida em seu reaver; após o perdido combater orgânico. enferma a Alma,...em sua transitoriedade de ressonâncias em conflitos. Chegara...,ao velho cemitério antigo de fazenda. Ouço,dínamos subterrâneos. Profundos... Como se mentes recém-adormecidas,clamassem novas chances de difundos. Mas,seu dessemino de notoriedade da prestada comenda,são dos meus respeitos oriundos. Bravos Mundos,visitados e conquistados em vida.   A lápide da qual me chamara a atenção,é de extraordinária descrição. TALVEZ,fosse minha leitura fascinada; esperada por anos em uma ditada imaginação. Ou.., minha simplóri...

Sombror-As manufaturas da noite de um insone nauta(insonenauta)

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  Da nascente do vento,o leve ar que inunda a madrugada; ...inflam os pensamentos ,que transitam somente á noite; ...em sua trilha galgada. As pronúncias recortadas pelo pesar do Dia, encontram agora,a verdadeira insígnia de sua valia. A sombra-árvore da melancolia,declama,seus belos noctâmbulos de calmaria, ao cair de suas folhas em meu colo;...que aguardara vossa primaria. Os sonhos vagos, esquecidos pelo despertar; construidos nas metamorfoses das imersas insônias, são:minhas belas parcimônias. De um insone nauta,que encanta os afugentados neurônios, como um feiticeiro com sua flauta.    O hemisfério da ilusão,...cresce. Como um fugitivo sem punição. Tenho sonhos dementes; como se meu corpo, voltara..., de viagens temporais,contra os Paradoxalmentes. Sólidos..., mas,tenros. Desmedidos censos bólidos.  By santidarko

Chagas elétricas

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  Todas as presas, que o Humano  mercado  escaveirado me ofertara; á minha fome Alma,ao desejo e ao meu âmago bronco em seu livre dissertara, dera a esse obscuro personagem, ...que fora descamando inibições e tédios; todos os degustados assédios. Com a noite acesa, na sua total liberdade fértil e grotesca, faz o medo vindo dos Gêiseres de crenças, um pequeno jardim,jorrado por indiferenças. A marcha á absolvição de Jocasta, ressoas a mim, comuns problemas...; de uma elitista Casta. Não me locomovo mais, com denunciados pecados em correntes. Em um telúrico..., de discórdias reverentes. Áquela cor de convulsões, em templos de serenatas locuções, ante ás  colunatas de pregadas alucinações; reverbero apenas ,minhas desmedidas diagramações.   Essa conduta feral, sombria, ...fria; de firmamentos e amores mortos, são,meus débeis caminhos absortos. Em um Século de alegrias e gracejos elétricos, sou,as entonações dos mistérios sintéticos.     By santidarko

Trem-Fantasma

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    Giro,com os redemoinhos das minhas mágoas,contidas em meus potes de conserva; cuspo,as forcas alheias,doadas por olhares,á minha Alma Cerva. Nas ciladas da alegria, o meu andar pelo lodo do luto,já tivera a áspera adesão de meu vulto, ...como um todo. Minha culpa untuosa,velosa..., como um tapete de caçada demonstração, faz de mim,uma sombra, ladra de consternação. As teias trançadas  pelo meu respirar, no teto em cima de minha cama, toda noite,em seu prender obscuro,...se declama. A febril voz subterrânea, amanhã...,com sua idônea, me apontará,áquela janela doente; que deixa transpassar,o Sol deprimente. Minha calcânea flavescente. A claridade,como um cupim sublime, me oprime ,com o esbravejar de uma providência á vida. Mas,o ar que eu respiro da escuridão,também és, razão colorida . Treda... essa ânsia que o Mundo, em um éter de risadas,faz a esperança, um acreditar fecundo.       By Santidarko

Menufas

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    Rua entristecida ,da qual eu viera parar; ...ladrando a Lua,no apogeu de uma pele em injúria,a me tocar. A orbita do pensamento,nessa geografia de degraus em soluço, tropeças ,em hórridas hastes imaginárias,de sólido embuço. Essa solidão..., dos Árticos Polos,em livre dolos; Tarda,o exteriorizar de minha fuga. Meu fitar..., és semelhante,ao frenezi de um sanguessuga. Á procura de revezes em liberdades; Talvez...,meus passos nessa penumbra de más vontades, engolira,toda as ocultas e destemidas sincronicidades. Vou-me,ás Faces dos Muros; temo,as sombras acalentadas por luzes,em  passares de devaneios em sussurros. Pareidolia de uma mente,em um medular de medos sonares. Nino o desespero,como uma Ama de leite; em um acarinhar em deleite. Mas..,a síndrome do pânico, engasga meu raciocínio e, como um ocasional mecânico, vou ao problema e ao obscuro rir de meu extermínio. O entulho do orgulho,ficara na calçada, em contraste...,com os mistérios das artes de um corpo, em uma f...

O Cadaveroso larvário

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    Palavras,não são o bastante... há de se germinar,energia preponderante. A epiderme Cósmica ,com seu revoar dos Séculos em seu instante, traz a loucura autônoma,a um observador em ultrajes. Destinado,pelas crônicas de como ages ,...a minha mágoa; em remorsos ruídos. Ecoas então..., ciclones de todos os Cardeais sentidos. Plantados sonhos Cardos, regados fardos... A Morte,que não dorme, no despontar do dia, sempre trouxera,suas blasfêmias como uma servil consorte. A Lepra censória..., na insânia de uma castidade; ...sua destemida vulgaridade. Imaginados medos táteis... doutrinas nuas; as mortalhas,em arrancos ás peles cruas. Caveiras desonradas,...nefandas, nas Humanas misérias brandas. Mendigando o friccionar de noites caloríficas, ao se estar em fundas e soníferas madrugadas; no cadaveroso e milagroso,de formas estancadas. Movimentos vagos, em descontinuados e inúteis afagos.     By Santidarko

Homem-Escafandro

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   Arremedando os vícios do Mundo,o quão fraco,és o meu negar oriundo. Como um fantasma que se refugia no dispor do dia,atrás de lápides tortas; pendidas pelo erosar da terra-assim és, meu esculpido lúgubre. Acarinho,as acalentadas injurias em absortas. Como um feto desprovido,á espera ubre. O meu brado,em prontamente momento,fora encravado.Postergado ao seu querer;em seu provável e ditoso nascer. Ás escuras com a Alma,em monotônicas Cósmicas,me felicita...; ...dadivada calma. O incandescente e o abrangente,emana,o algoz  desperto em meu interior. Habituado e compassado,gladiador Mas,com a faca no pescoço e ,na ferida o sal grosso;todos,vendem sua carne,de uma maneira ou de outra. Em uma declarada verdade á doutra. Sob meus pés,desejos ferozes,que sangram; ...proclamam sua emancipação, em meu corpo para com um cérebro,em descomunhão. O pseudomentir,convulsa minha pele-em um alegre e alienado sorrir. Eis a ele,querer-me ir. Centros nervosos em uma câmara de brumas em guerr...

Insurreto

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    Os pensamentos,em feixes de silêncios censórios. Os gritos orgânicos,em duelos com momentos de negares transitórios. As mãos,insistem,afagar a Alma em convulsão;o Eu estar,na morada imaginação. Sofro então,o encolher de minha matéria;em um fogo ladrão,que derrete a parafina,feita com minha carne. A bem-verdade,abstrata...;de tateável ingrata. O eco de minha inutilidade em remorso,no abismo Terráqueo que acolherá meu destino. Na imortalidade do Tempo,soo apenas,como um ligeiro clandestino. O hórrido cordeiro,que ruge a rebelião contra a Luz do temido Ancião. A mortalha da inquietação,és a minha pele;não,minha descarinhosa projeção. Ergue-se...,o sopro de um acalentado dragão. A espera,que chicoteia o tecido da pele,desde o ventre. Os passos,que direcionam o querer,no tênue concentre. Os ásperos seres,que têm a dependência de outras coexistências; enxugam a noite,mesmo sob açoite, de bravatas em insurgências. Que o Universo,..roa; ...minha lamúria e, minha indefesa pessoa. A...

Ocupação:Existência

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  A diária ocupação da existência, traz ao meu corriqueiro redor, toda a incumbência de uma consciência, para com sua eloquência,de Universal menor; a constantemente...,se perder com sua matéria de química composição,em suas necessidades de fomentos. Os lamentos,ante as sortidas sortes caídas das Celestes Estrelas Circenses. Nessa caixa derradeira,...o porvir do Destino, com tramados suspenses; suas cismas e perseguições, incerta, minha destemida sombra ; a um calçamento com cacos. De escondidos e obscuros fatos. O carvão que alimenta as fornalhas das trevas, ilumina meu desespero; em um horizonte,com uma irrefreável bruma em trovejo. A horda dos vermes, me aguarda,com nossos solenes toques de dermes. Essa corrente tumbal; ...monocromática, és,a enfática,do apogeu em caligem sacramental.     By Santidarko

Trama brônzea

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  A asa negra do desejo,na palidez do adormecer ; faz a alegria fria,ferir o abrando das monótonas orquestras, em seu acalentado apetecer. Os festejos dos carmas em sandice; nos subterrâneos jardins com sua Face chão de espadas cravadas, com ceifadas jornadas em crendice; devora o meu puro acreditar. O eólico pensamento, para com meu respirar; é a faca,que crava o peito com sua substância espreitada. Mas nessa cripta,que permite apenas o adentrar de uma luz em feixe, temo apenas,o meu deitar..., como minha fuga única,de uma égide morada. O sonho-querer na marchada estrada de tijolos amarelos; onde línguas-parabólicas,dedilham venenos em contos libelos; és,a férrea colisão. Riem então..., as Hienas dos servis castelos. A Bruxa má do oeste,entrelaça seu longo cabelo, sobre sua espalhada  peste.         By Santidarko

O surto da solidão

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    O quão frondoso e encantado,és o jardim de um desditoso surtado. Em paredes amordaçadas no altar de ilhas neuromapeadas, o dedilhar,de amparo,ao pousar de Fadas acunhadas. Fenomênicas locomoções permeadas,em trilhas descosturadas; mesmo ante,a um Mundo de regras e risadas senis. Fotos líricas,que absorvem agora,fuligens de satíricas conjecturas servis. Á mesa, com o Louco Chapeleiro; ...a mecânica gasta, de uma esteira em energética matéria. ...Nefasta. Ao atraso do coelho,o cogito de meu enfermar, ignorada ao dizer do espelho. Trovejos desse horizonte,ao ensejo desse agora, cultivado instante. O meu riso junto ao gato,não me exime do fato,que eu me deixara, em escondido pranto ingrato. Não passo..., de engrenagens em lógicas desarrumadas, em uma realidade,com sua vigília estridente. Doente.Aferroadas. Peralta animalidade; escoriações,em seu sempre novo, em esmalta. O sombrio...,em carnívoro ébrio. Mas,as tênebras,se estenderão nessa caverna; ...onde o candeeiro, cintilas ...

Agulhos em Chagas

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  A proferida saliva austera do cotidiano, sobre meu solilóquio cavalgar brando, redundante....a meu ver; ...de cunho cabisbaixo demando, presenteia o assomo da solidão e do calar em razão, a um transcrever de fuga. De um agora desmedido,visionado Arcadiano. Não há, esculpido ledo engano, a quem têm os pés na lama, com o desejo apontado á Estrela em flama. A Harpa do descrito recanto, pondera suas relatividades, a esse espúrio Humano; com desmedidas disparidades. Afastes de mim..., explicadas e subjetivas verdades. A não vitória em carne-matéria, não passas,de um infortúnio em pilhéria. Mas..,retiro minha surrada armadura, ao final Humilde.., ..,á consciência ruptura. Sem o levar de ouros e glórias; no repousar de uma lápide , com triviais memórias     By Santidarko

Céreo amanhã

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    Em purpúreos mimoseares etílicos, ...um cálice,assombrado por relatividades de risos fatídicos do Sidério; as alucinações da Babel madrugada, têm ânsias de incertezas,em goles pensamentos; sobre o humano Futuro céreo. Quando a bruma vier com seu lânguido canto, em flamas de velas em pranto, a esperança,em narrada prece, em destino á trilha do rútilo recanto, ...o entreouvir compadece. Insurrece, com o envelhecer da crença; em uma vivença com o Tempo e,um olhar em relento. Memento em fuga. Da criança-adulta, que agora refuta,a lógica do transpor espiritual. Aceitação colossal...,em uma mente de pequena vanguarda,ao cunho-Todo, do existêncial. Voz,que cai de um santuário; das sacras-vias de chão em Verbenas; tinge de roxo,a grinalda de um acreditar ideário. Solidário,ante a esse doado desarvorar,do irremediado, apenas.         By Santidarko

Súplicas ,que padecem em uma noite surda

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  Na pequena trilha em trevas,ao som de uma matilha, flamas em quebrantos,cintilam o transpor transpirado da prata punhal em mãos. O mistério canto da bruma,vela, o perdão que se rende a um amanhã de esperado encanto colossal;ante a exsanguinados rogos em vãos. Súbitos jazidos imaginados em chãos;ás travessias de cunhos Bestiais. Lembranças clamadas...,a emissários residentes Celestiais. Noite,de chifres em brasa...; de vozes ofertadas,a uma mente e ás vestimentas de garbo cifres. Os douros Estelares,aparentam..., exprimidos ditos vulgares. Aonde estão,as proteções do Destino e ,seus benzidos colares? Esse limbo lânguido,do qual seu assédio, nos mata,com seu fundo cair...; então..., dou a Face,a esse abismo nédio.   O veludo dos instantes, tingem..,as padecentes coragens de gigantes. A maldição das vidas,são,tempestades eclodidas, em um brande de feridas. Vai..., Noite. ...me escoltas,com seu assomo, ao meu medo,que fora entregue a Ti. Com pedidos e ,um dedicado nomo. Desças.....

Ébrias Óperas

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  A crença esfolada, agora...,brinca com o corpo em um equilibrar-se nos trilhos do trem. A poeira,que anteveem do trafegar dos caminhões da estrada de chão batido ao lado, se ergue,como uma manta. Elos desvairados e uma garganta,aos destroços de óperas ébrias. Nas bordas de aço dos porquês..,fósseis de vacas. O cansaço do andar...,ante á vencedora terra, em guardadas latas; ...á beira dos dormentes. Simultaneamente,delírios coerentes..., sob um Sol escaldante. Arcano radiante. Lagartos,em conjunção de cores, doam seus fitos alvores. Ouvem,meus clamores e temores, como nobres sacerdotes. Ao dízimo da natureza...; pois o Mundo... sempre me impusera seus dotes. Amizades e consortes. A minha sombra e seus monólogos, me remete,a rememorados prólogos. Uma simbiose de ilusões e ,ilusórios seres em abduções. A mecânica sepulcral,de um venenoso animal. Espólios de uma envenenada jornada ao bel-prazer, de qualquer transeunte, em sua servil caminhada. Acunhada ,pelo suor da luta, esforçada l...

Pontilhados de segredos

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  Pontilhados de segredos,reunidos em um riscar, na trêmula quebra do sonhado hoje,a miscar. A esteira do Estrelado Céu, debruça o seu fósforo véu,em candeias de velas em pulcro. Há sangue nas clavas...; Há mentiras nas moléculas de ar; ...ás favas Há quem procure Demônios, em um patológico vibrar de Neurônios e,em escorridas culpas em lavas. Almas em medras.., ladradas. Os espinhos dos quais eu passara com acrisoladas apontes de foices, tinham seu sangue doce; ...mesmo para com minha pele,sob seus marcados açoites. É noite.., temo o dia e ,seu vir, seu julgamento em um iluminado ferir. A esperança,é apenas.., uma feliz e ingênua criança. A mim...,bastam as reticências, e ás suas subjugadas coerências. Suas maquiadas aparências.    Já estou em coma, ...nessa fantástica redoma.         By Santidarko

A melodia do pó

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  Não há,magia suficiente no Luar. Talvez...,eu portara carma demais,em meu desgastado caminhar. Aureolado de um fechado Céu,ante o rechaçado e sublinhado,..porém. Que anteveem,..em deduzir, a esse existo. Em cantar triste e, de um breve corte risco. Soubera..., que insistira em douros materiais, em sublimes formas corporais; o deleite...,em carrara com dossel. Esculpida ao bel-prazer ,ante o suposto constara, em fetiche mistério,do vácuo em artificial ilhéu. Eras o primo,de um canto chão; desde a solidão morta,em jurada consternação. Agora..., o lilás dos lençóis em sepulcro, vigora o travo da carne em langue, em um berço-mangue.         By Santidarko

Nuances escalpadas

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O garboso vento que entremeia o milharal, doma as verdejantes folhas em um dobrar compassado; descrita,como uma ensaiada coreografia de cunho magistral. As espigas...,em um quase descalçar de chamada natureza, mostram sua beleza, em douro ao Sol; que ilumina suas ostentadas madeixas pardas, de escovadas encomendas,ante uma visitada realeza. Com toda certeza,pouco há, tal cravejado, de berço assim;abençoado. Então..., por que choras,nobre espantalho? Se ao seu redor,somente riquezas em seu valho. Confiança dada em seu trabalho. Serias...,a solidão? Aquela ingrata e devassa manifestação? Que nos oprime,como um verme sem idealização? O seu olhar ao asfalto que entorta, devido ao calor que o desfoca; ...tudo,é xantofila hoje. Um poje desgrenhado, ...sem cuidado. Talvez,o vir da chuva, o anime um pouco; com um cinza..., sem todo este ourar ranzinza.     By Santidarko  

Empoado Futuro(Premonições agendadas)

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Sonhos capinados,em campos previamente arados, pelo enublado anseio da oculta ordem Mundo. Imundo trovado...; Futuro usado e com pensamentos inovados;agendados. Verdades testadas, com verificados cuidados ante ás mentiras coroadas. Tédios regenerados..., em empoadas descrenças brilhantes.   Sussurros feridos; coagidos, dantes marcadas premonições. Oscilações de delírios, em promovidas satisfações. A haste da Babel torre em ciência vã, evoca miragens de glória, em um dito  amanhã.       By Santidarko

sublinhado em sangue

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  Ruídos de carnes, jorrados em vapores de transpiração. O tilintar dos ossos,em orquestra, com a mecânica do dispor em inspiração. O aromal de um delírio purpural, sublinhado em uma perdurada taça de cicuta.   Dónde estás,o Deus ex machina e sua labuta; em minha tênebra jornada de lástima..? Feridas...; em canteiros de flores falecidas. Em cada língua envenenada, o meu atestar, á minha culpa penada. O desaterrar de meus sofridos passos, me cunhas, a caminhos devassos. Para com minha própria Alma,...perdera, meus rogados laços.       By Santidarko

A umbilical forma da sombra

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    Seu agora fado Espectral, geme,em uma penumbra notívaga e umbilical. Risos,que padecem em uma bruma evocada. Noite de assopros gélidos, acalentada pelas finas garoas pálidas que muram visões á frente. O apoiar em delírios, de uma consciência,em outrem fito, ausente. Fatos não visionados, em objetos espelhados. O berço do fim; em brancas luzes, de suaves musselinas, que adormecem com o rogo de prometida Estrela d'alva, Ensalma,cura e caminhos, a se aufeir,com Anjos ou Demônios meirinhos. A carne agora, sem seu reverbero, cintila seu desespero. Em mementos ,de um tumbal em aroma sazonal. A quem se encontra agora,em inacreditáveis deslumbramentos.       By Santidarko

O contraste respiro ante um amedronto

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    O douro Lunar em cintilação, tocam as monjas abóboras em união,como harpas padecidas. Repousadas em um Nirvana Sidério. Seu fado ensalma..., contrastes,em noite mistério de rendidas flamas expelidas. Não arreceio,seu riso cortejador, que esfacelará no alvor do amanhã,após marcada conjunção; mas sim...,o entremeio de sua unção, ...ao seu ante real clamor. Fulgor , dos Demônios,Fantasmas e Bruxas; que afugentam ,o mais nobre dos Querubins, aos sortilégios ,de um recitado Halloween. SALVE..., brumas e  tempestuosos,.. criaturas e suspiros jocosos. Quando as felicitações cessarem, eu ei de voltar, á solitude,de em dias medrarem. By Santidarko

Assopro de quebrantos

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    Sempre plantara medos e assombros,em férteis pensamentos. Mórbidos encantos,...que pungem. Que pulsam,em solitárias e estranhas noites de fomentos. Rugem com a Alma...,em devaneios e ante a febris crepitações. Quebrantos,em sombrias brumas de elucidações. Olho para rua molhada após a chuva;quero estar lá. Segurando a mão da escuridão,como um acompanhante de uma caridosa viúva. Ao flamo das paredes,tateio meus ocultos sentidos. Não os nomeio mais;...desejos,que em minhas mãos,pingam como suores vertidos. Todos os sorrisos,foram transgredidos. Sinistro manto;súbitos derradeiros,com o castigar da face em riso,em um buscado canto. Músicas ensaiadas,com o fechado punho em marteladas. Não me direciono ao espelho,porque soubera de seu enunciar em trovejos. Meus ferais esbravejos. Que em Céu,o seu chamar para tenebroso abismo. Ectoplasma e seu agonismo.       By Santidarko

A fazenda de Almas elétricas

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  Ao vórtice do fito, o pensamento,passara mudo. Assim...,como o corpo. Sem nenhuma pretensão de espasmo ou agito. A Alma,...pendurada em uma arara; esmorçando a clara realidade. Á sua distinta e ousada temeridade. Sem peso..., apenas,o consentir sob sua imutável sagrara. Mesmo, ante ao recém-nascido ater, descobrira a chuva; ao olhar uma velha e ousada janela...; com seu atrevido abrir e fechar, a bater. O reflexo do vidro,esboçara agora, o meu primeiro refletir. O medo...,e um julgamento prontificado a agir. O vale da estranheza e, sua corroída nobreza. Ser, um espelho Humano e seus possíveis danos; ...o maior dos ledos enganos.       By Santidarko

O espectro das formas deduzidas

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  Com dardos douro de luz em feixe, a notívaga vela acesa, conforta a escuridão e a mim,em uma pequena mesa; com seu balanço,de um calço desleixe. O meu suspiro,porta uma insensatez..., diluída,em uma lânguida placidez. Talvez..., nessa velha casa de madeira no meio do mato, seja o retrato, do descanso de um pacato Espectro feliz. Ou,um inexperiente e ainda aprendiz. Pois o vento,com seu dizer em escuras arestas, me dera,calúnias de certezas, com suas Hercúleas frestas. Ás horas do cárcere do Sol, temo apenas..., outro doudo  Humano, com seu opor assombro sem engano, em meu frágil e desprecavido lençol.       By Santidarko

A hélice dos Vaga-lumes

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  Objetos voadores..., em existência de outrora; emergem,em colunatas da sutil realidade criança, descrentes formas,que incorporam a inverossimilhança. Cede seu emoldurar,ao ventre de divagadores aurorais; trovadores Siderais,ao respiro do mistério; ao atino crença, ante um ainda, ...berçário Sidério. Alvoradas tantas, que se oculta em urnas mantas, me contes,porque permites,o bambaleio de vossa chantas. O túmulo da autoridade, és ainda, de vossa responsabilidade         By Santidarko

Aranhas que tecem dualidades em meus pensamentos

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  No ondulatório das considerações sob fendas, certezas,hão de quebrar agora,em junções e em suas pretéritas emendas. A limpidez de meu sacrário,fora empoeirado, com o eterizar do questionar em passos,de um surgido missionário. A Alma guardada,se apegara, em nova manifestação recém-aclarada. Em Universos Paralelos, aonde cabem,os como eu;... singelos? Serias, uma Divina brincadeira,...de um Poderoso com seus Castelos? Por que surgistes, essa nova aranha em minha mente? Serias apenas,divagações de um outro e oferecido consciente? Tece sua teia...; cada vez em meu imaginar, algo a mais,se candeia. Serpenteia a possibilidade. Permitida dualidade.       By Santidarko

Phantonomas

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Soluças...,peito lutuoso; com minha Alma a se debater. Brumosas correntes a se antever,que me prendes em dizeres, a Terrosos honrosos. Minhas cruentas asas de cunho jocoso, toldam ,os arvoredos banhados pela luz Lunar,em ânsia do pecaminoso. Que o Divino,não escritures mais..., seus enunciados dedos,sobre minhas penas ferrosas; ao meu alçar, em noites umbrosas. Ao estandal da Aurora, eis-me,ao teimoso flanco, pôr-me ao pélago do agora. Ao seu preceito,que sempre vigora. Ao escampo do anoitecer, com o belo castiçal de luzeiros Celestes; ...o embebecer ,em esmo eiras sob meus quisestes.         By Santidarko  

As lâmpadas dos martírios e delírios

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  Vinde,sombra que fulguras em plácidas e tumulares noites. As lágrimas das quais eu emprestara do Passado, são meros,idos velados e aflitos açoites,ante ao teu ouvir. Matutina adversidade, ...contrariedade a aurir; atino das horas,que há de nos descasar. A nevada Lua,és a coroa cândida de vossa nobreza ,de meu cotidiano a se amparar. Mesmo em sepulcral armadura,meu espírito ressoa em liberdade. As lanças que em mim vocalizam,não destoam, minha erguida lealdade. Sulcando vossa trevas,vêm em profundas cousas belas, o tremular dos Astros; o ater em dizeres,dos rastros das Esferas. Infinito,que se erguera em uma Mente; em um despertar de fito,do sofrido e dito carência. Ao cintilar da  consciência, toda, uma possível e imaginada, insurgência. By Santidarko