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O desencanto dos parafusos

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  A voz da trajetória a acontecer, na trilha de velas acesas,pelas conformidades do entristecer. A corte do fardo,em pluralidades escassas; retidas..., pelos destinos errantes e subterrâneos. As vagas Cósmicas não preenchidas pelos simultâneos abstratos dos instantes; em fissuras,nas certezas sólidas, ...refletidas em um espelho de água parada, que ecoa imagens de máscaras sonantes. Alucinatórias clarividências; tragando ardores e consequências,em uma realidade geográfica de fenômenos infraastrais. Sentimentos coloquiais,nas humanas dores. Insones,de mentiras em sinergias. Ruídos,dos destroncos hórridos de cismas,em semânticas de agonias. Na  arca de memórias,todas as inglórias despertas. Revoltas glaciais, ...incertas.   Anômalas câmaras,de encantos abstrusos; ...O desencantos dos parafusos. Efêmeras cumplicidades, mentirosas verdades.         By Santidarko

O acervo dos acasos

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  O vibrar do subliminal,auva em ritual,a psíquica bastarda; ingrata...,em seu ermo acervo neural. Conduítes aonde transitam ocultas Völvas artesãs em um baldado interior, conquistam uma mente atribuída a si mesma,sem valor. Álamos sombrios,moldados sob pensamentos de carnais bramados; Farraparias de sua própria matéria,...esvaindo-se e outrora perdidas,em caminhos fadados. A enxertia em credos com decrepitudes,para com recém-deparados. Urna de épocas,em caminhos aferrados. Prodígio,em uma síntese,...de uma Alma em fome. Miserando éticas..., a um Mundo,com um diorama de prostíbulos em clama; a um intelecto sem sobrenome,em lama. A visita da aurora,és o plágio de um deserto mortífero, em rogos ,de pecados frutíferos. Tragam-me..., Cleópatra; mesmo,com sua ególatra. A árvore ,que se enrosca com a terra sem escolhas, és, a avidez de uma simbiose ,...sem caminhos ou  solhas.     By Santidarko

O crematório de sonhos

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  O adivinho de murmúrios, na ação mecânica das causas em dedos ; em ruídos aflitos, nos estalos dos medos. Aos nevoeiros em devaneios...; o recato das multiformas. Os Húmus ferais das palavras apodrecidas  pelas razões das normas, no término da espera,...reitera,o temerato da lama em sombra. Assoma aos quebrantos;mistérios e desígnios de um carmático. Enfático e derradeiro. De longe...,seu pior hospedeiro. A fornalha dos sonhos, assa em segredo,clandestinos monstros risonhos. Na fatalidade dessa doma,a côncava da treva; em um moinho ,no deleite de sua seva. A neurona, com novo e umbilical a embrionar, seu fúgido bem-estar.  By Santidarko

O homem que dessepultou Frankenstein

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    Bucólicos urubus...,no tegumento inquieto do campo. Trilhas funéreas,com o odor de partos perdidos pelo cobrir da vida manto. A rudimentar energia que acalma a solidão...;caídas em migalhas,do Cósmico parentesco. O burlesco estanco dos exclamados cupinzeiros, são, como a Via Láctea fetal; Oprimidos e escondidos de um Todo;...ao seu convém em um prestar societal. A expressão subliminal da vida em seu reaver; após o perdido combater orgânico. enferma a Alma,...em sua transitoriedade de ressonâncias em conflitos. Chegara...,ao velho cemitério antigo de fazenda. Ouço,dínamos subterrâneos. Profundos... Como se mentes recém-adormecidas,clamassem novas chances de difundos. Mas,seu dessemino de notoriedade da prestada comenda,são dos meus respeitos oriundos. Bravos Mundos,visitados e conquistados em vida.   A lápide da qual me chamara a atenção,é de extraordinária descrição. TALVEZ,fosse minha leitura fascinada; esperada por anos em uma ditada imaginação. Ou.., minha simplóri...

Sombror-As manufaturas da noite de um insone nauta(insonenauta)

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  Da nascente do vento,o leve ar que inunda a madrugada; ...inflam os pensamentos ,que transitam somente á noite; ...em sua trilha galgada. As pronúncias recortadas pelo pesar do Dia, encontram agora,a verdadeira insígnia de sua valia. A sombra-árvore da melancolia,declama,seus belos noctâmbulos de calmaria, ao cair de suas folhas em meu colo;...que aguardara vossa primaria. Os sonhos vagos, esquecidos pelo despertar; construidos nas metamorfoses das imersas insônias, são:minhas belas parcimônias. De um insone nauta,que encanta os afugentados neurônios, como um feiticeiro com sua flauta.    O hemisfério da ilusão,...cresce. Como um fugitivo sem punição. Tenho sonhos dementes; como se meu corpo, voltara..., de viagens temporais,contra os Paradoxalmentes. Sólidos..., mas,tenros. Desmedidos censos bólidos.  By santidarko

Chagas elétricas

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  Todas as presas, que o Humano  mercado  escaveirado me ofertara; á minha fome Alma,ao desejo e ao meu âmago bronco em seu livre dissertara, dera a esse obscuro personagem, ...que fora descamando inibições e tédios; todos os degustados assédios. Com a noite acesa, na sua total liberdade fértil e grotesca, faz o medo vindo dos Gêiseres de crenças, um pequeno jardim,jorrado por indiferenças. A marcha á absolvição de Jocasta, ressoas a mim, comuns problemas...; de uma elitista Casta. Não me locomovo mais, com denunciados pecados em correntes. Em um telúrico..., de discórdias reverentes. Áquela cor de convulsões, em templos de serenatas locuções, ante ás  colunatas de pregadas alucinações; reverbero apenas ,minhas desmedidas diagramações.   Essa conduta feral, sombria, ...fria; de firmamentos e amores mortos, são,meus débeis caminhos absortos. Em um Século de alegrias e gracejos elétricos, sou,as entonações dos mistérios sintéticos.     By santidarko

Trem-Fantasma

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    Giro,com os redemoinhos das minhas mágoas,contidas em meus potes de conserva; cuspo,as forcas alheias,doadas por olhares,á minha Alma Cerva. Nas ciladas da alegria, o meu andar pelo lodo do luto,já tivera a áspera adesão de meu vulto, ...como um todo. Minha culpa untuosa,velosa..., como um tapete de caçada demonstração, faz de mim,uma sombra, ladra de consternação. As teias trançadas  pelo meu respirar, no teto em cima de minha cama, toda noite,em seu prender obscuro,...se declama. A febril voz subterrânea, amanhã...,com sua idônea, me apontará,áquela janela doente; que deixa transpassar,o Sol deprimente. Minha calcânea flavescente. A claridade,como um cupim sublime, me oprime ,com o esbravejar de uma providência á vida. Mas,o ar que eu respiro da escuridão,também és, razão colorida . Treda... essa ânsia que o Mundo, em um éter de risadas,faz a esperança, um acreditar fecundo.       By Santidarko