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Gnoses ,em sopros de Metamorfoses

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  Ao metabolizo do Eu asco,reagi á repulsa denotada, como um simples e servil frasco. Comprimido,em uma cápsula de fórmula fiasco. Em frente ao espelho,em pedido de um conselho, principiei,o mecanismo de um gargarejo. Com os pensamentos ainda sob trovejo, me assenti e,ressoei Kafka; com sua prudência e seu discutido ensejo; como minha explicada e merecida afta. Metamorfoses,ocorrem livres,de qualquer ante desejo. Alguns,têm a sorte escolha,de seu apontado cortejo. A opressão e ,a busca do libertar-se, em um divagado lampejo. Kafka e,sua erudição apta. Uma vez ,ao longe da burocrática sensatez, a loucura,se faz atestada, aos Viris olhos da solidez.     By Santidarko

Noite lagarta de sonhos aparta

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  O vento que arrasta os Fantasmas,os remorsos,as pragas ,os medos e, todos os outros enredos, acomete ao brado suicida, olhar de uma blasfêmia,outrora conhecida. Trevar que candeia, em esperanças;receia. Insanidade coronária, aos ritos de uma coragem falsária. Noite cavada, em morada calada; agora, de Fé pausada. Vivência sem correção gabarito, sem ao menos,o porvir em uma nota fito. Cair em um poço, como um homenageado aprender adoço. Demônios, em humildes carpidores neurônios. Sonhos enfermos, ao esperar de uma cura, ao ei de sermos.       By Santidarko

A noite em meus ombros

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  Na maviosa conjectura sobre a  hierarquia dos vermes,que ao Humano fagia, dantes ,em sua ínfima participação Planetária em importância,ao desfecho germes;vosso embargo,o contraria. Vento em convulsão que fere a pele, que já ao Tempo,oferta sua consumação á juventude repele. Sei que choras, mas..,ao teu imploras, ao olhar do Futuro,...nada memoras. Emoldurar da existência, que em seu Tempo maior,ás penitências; que se dera em profundas clemências. Em orar ante carências. Ás insurgências; Cardo,fardo, O Universo, lhe pronunciará, vossa sorte retardo. Á alfândega do desbravamento, á catacumba do desaparecimento. By Santidarko

Ébrio mistério

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  A terra que há de lhe guardar, sem seu gemer, em vísceras sustenidas a roer, eis então de ter,sua humildade a se elevar. A parida saudade surrenta, há ,de preservar sua tormenta; guardada em perpétua madeira, em coberta trincheira,de concreto bandeira. Ao cálculo da eternidade, não há a generosidade; em sua natureza morta, de tua partida exorta . insignificante participação ao Universo, sem apuro de verso. Humano troveiro, de recanto ligeiro, Pensar dentre as paredes, sem matar as sedes; ébrio mistério. Sonhos aberratórios, sem suspirares ilusórios. Monotônicas em antropofagias, ruminares de agonias.     By Santidarko

O Lenço da Noite em orvalho

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  As abrasaram em fogueiras, como pagãs alvissareiras. Sobrenatural entender,que emana em Humanos dizer: -entretanto...,em alcunhas Bestiais atender. Heresia e Magia, A Ascender Sopro em vento sibilante, á noite de fito infante, ao longe prazer de mãos corruptas; de ardiloso juntar de palmas rezar,abruptas. Erguidos livros sobre errôneos Arcanjos, com deferir,em novos destinos arranjos, tecer,profusas  novel  ante veracidades esbanjos. Ao enfatizo aponte de pecadores; Ás pobres mulheres, ao estudo da Natureza em seus véus pudores. Descansem..., ao longe de momentâneos Legisladores.     By Santidarko

Sandeus e escarcéus,em caídos Céus

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  O imbróglio forjo das Estrelas sobre os Amantes, fogo-fátuo ao arrojo, de ventres meliantes. Corpos,que se arrastam em espinhos de surpreendido rebojo. Psicoplasmas de crenças,em baldes temáticos, de passivos e desordeiros enfáticos. O escreverdes de poesias noturnas, assoberbadas soturnas. Atavismo de sandeus, que inscrevem atos escarcéus,em seus pensamentos fatos; para em papel,se desvencilharem dos pisados cacos, ao fugir,dos ditos fracos. Fome semblante,que ofusca visão a um gigante, ao espelho contar,sobre o Eu vibrante. Pobre e ignóbil aspirante; De momento frágil e errante.           By Santidarko

Lágrimas poucas ás rezas roucas

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  Anseio infante, que a crença em amuletos. oculta idioletos; ante ao imaginar elegante.   Desprover,que fora esculpido em cera igreja, aos ruminares do enseja. Em broncas loucas, de lágrimas poucas, ás rezas roucas. Pobre cavalo selado, de andar acautelado, com coluna torta, a se prosseguir em mercar vorta. Insônia chicote, que vocifera calúnias em um fracote. Simbionte ao altruísmo serrote; Ás graças da consorte.       By Santidarko