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Héride Mórtico-A sede da areia

Os idos anos de mil novecentos e noventa,juntamente com o modernismo gótico,deram a Héride,um subentendimento da"tristeza coloquial". Àquelas...,vividas em livros,filmes ou músicas.Das quais,você apenas as"empresta temporariamente";seus alheios sentimentos artísticos. Perdurar a"formal,seria...:vivê-las em um âmbito próprio.Sem emulações ou imaginações dessas comoções infelizes. Naquela noite,Héride,andara aproximadamente,a madrugada inteira pelas dunas de areia que se localizavam em sua bela cidade natal. Madre Carla.Uma localidade,de"encher os olhos". "Belos contentamentos turísticos",bela gastronomia e,uma bela recepção do povo local aos visitantes. Mas,chegara ao ponto,de pôr-se a descansar. Sentar...,ali mesmo,no alto da duna;sob o belo Luar que a noite proporcionara. Héride,ao deitar-se com suas mãos atrás de sua cabeça,no intento de apoiá-la e"protegê-la"da areia,iniciara uma linha de raciocínio. -O quão solitário,pode ser o...

Horrúrnira-Os pesadelos sombrios vêm em capítulos de amarguras adocicadas

O que tem para se fazer, no mundo dos mortos?;Assim...,que eu me sinto,ao pensar,sobre essa"urbanização póstuma";sobre esses pesadelos com preâmbulos desordeiros do porvir. Não espero,que concorde ou acene para mim,gnoses de compreensões. Sobre essas fatias de medos,servidas em doces afabilidades mentais. O quão dulcificado e amargante,é o deitar-se,abraçado com a desocupação dos movimentos corporais,exaustivos. Com o nada,a ser proferido.Dessarte,apenas com o consigo mesmo.Em um Mundo criado,apenas em seus pensamentos, Outrora,assombrado pelo Si próprio. ...O que tem para se fazer... no mundo dos mortos? By Santidarko.

A estranha e sórdida visita de estranhos vindos de uma noite habitual

Vieram,em carruagens sussurradas pelo medo;propagadas pelos ventos do Oeste O manusear leve, de brados uivantes. De marchas inaudíveis a inocentes. O oracular da tingida,iniquidade dos Homens;o reticente do anteparo. O éolo,respingara sangue em Faces,mesmo ocultas em refúgios. By Santidarko

O perfume da vingança-A catedral dos ventos

O quão amedrontoso e eufônico,são os céus aromáticos,nunca vistos dantes. O fragrante recém-cunhado das paredes,que exalam o que nunca fora familiar. A adocicada visão,que nos guia em uma trilha ausente a outrem. O bem-sonante,girassol balsâmico da desforra. By Santidarko

A memorável destreza do homem que ousara ir ao calabouço de sua loucura neural renegada.

Mesmo acorrentada á parede ,e com uma máscara de ferro em sua face,"ELA",...estava lá. Aliás,sempre estivera. Faminta.Fortificada como o aço que a prendia. -Como podes habitar em mim,e saber de coisas,das Quais,não tivera o conhecimento que soubera? -Nascera,enquanto eu dormira?-Com a televisão ou o rádio ligado? -Esse fora seu alimento,...em seu tramar inserido em mim? -Não permaneça com essas gargalhadas,olhe para si mesma,está presa em uma parede limbosa!. -ME RESPONDA....,como nascera? O metal que amparara seus pulsos ,longe de minha integridade,estão corroídos.Já é visível,o corrompido. By Santidarko

A inexplicável forma da consciência-O égide do Eu adversário

Estou sob o domínio de minha consciência,que por sua vez,fora estabelecida por herança genética,ou por minhas vivências e aprendizados?,...que deram a "ela",alimento para sua formação. Qual a forma ou uma configuração descrita,"ela"delinearia em um simples entender? Seria uma esfera luminosa no centro de "meu Ser Neural"?;seriam várias linhas paralelas iluminadas com lindas cores a cintilar?. Seriam...,como estrelas no céu?.Mas com desenhos interdimensionais de significados? Onde afinal,está guardado o meu Eu? Quem o protege de disfunções ou insurreições internas? -..No cérebro,estão minhas funções,para com seu "uso prático"...Mas,o meu "Eu verdadeiro",aonde se hospeda?Aonde habita? Se eu fosse esboçar um desenho de minha consciência,a representaria,em uma arte visualização,um conceito,como :um vórtice polar. Assim,seria...,"o meu Eu encenado ". By santidarko

O Pigmento da Solidão

O quão brutal e dessemelhante,é um silêncio ruidoso.De uma mesma forma,uma digressão das cores e dos sabores, dos quais,"fomos soprados" ao longe. Á ilha dos apartados. A palidez dos olhos e do sorriso,robustecem a alma e a mente,em um declínio mais célere. Uma autoconspurcação...,que impregna ou encrosta a pele,que já carregara em seus poros,a vergonha íntima perante ao"Mundo da sorte". Mesmo,que ao fechar dos olhos e o deixar do corpo,no levitar do solo,não apague,o demérito aos espectadores. Com o bafejar da solidão em meus olhos;construí jangadas detidas por bancos de areia,reafirmei a minha não extinção,costurei a rasgada bandeira do meu Eu. By Santidarko