Memórias de uma casa solitária, que existia em uma rua obscura
Escalpos de noites, que parodiam sarais sobre culpas e pecados, globos oculares inchados,ao adentro do dia; [..]ainda observados por uma grande janela e um alguém,em frangalhos. Pensamentos, sobre novos amanhãs, ...ainda como fetos----que ao nascerem,terão mãos e insetos á espera! Eu sei, as memórias que aquela casa dedilha em nossa mente , que a um novo morador chegado,tempera. "A maldade magra", pequenos males quase inofensivos, que aos poucos,tornam-se nocivos! By Santidarko