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sublinhado em sangue

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  Ruídos de carnes, jorrados em vapores de transpiração. O tilintar dos ossos,em orquestra, com a mecânica do dispor em inspiração. O aromal de um delírio purpural, sublinhado em uma perdurada taça de cicuta.   Dónde estás,o Deus ex machina e sua labuta; em minha tênebra jornada de lástima..? Feridas...; em canteiros de flores falecidas. Em cada língua envenenada, o meu atestar, á minha culpa penada. O desaterrar de meus sofridos passos, me cunhas, a caminhos devassos. Para com minha própria Alma,...perdera, meus rogados laços.       By Santidarko

A umbilical forma da sombra

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    Seu agora fado Espectral, geme,em uma penumbra notívaga e umbilical. Risos,que padecem em uma bruma evocada. Noite de assopros gélidos, acalentada pelas finas garoas pálidas que muram visões á frente. O apoiar em delírios, de uma consciência,em outrem fito, ausente. Fatos não visionados, em objetos espelhados. O berço do fim; em brancas luzes, de suaves musselinas, que adormecem com o rogo de prometida Estrela d'alva, Ensalma,cura e caminhos, a se aufeir,com Anjos ou Demônios meirinhos. A carne agora, sem seu reverbero, cintila seu desespero. Em mementos ,de um tumbal em aroma sazonal. A quem se encontra agora,em inacreditáveis deslumbramentos.       By Santidarko

O contraste respiro ante um amedronto

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    O douro Lunar em cintilação, tocam as monjas abóboras em união,como harpas padecidas. Repousadas em um Nirvana Sidério. Seu fado ensalma..., contrastes,em noite mistério de rendidas flamas expelidas. Não arreceio,seu riso cortejador, que esfacelará no alvor do amanhã,após marcada conjunção; mas sim...,o entremeio de sua unção, ...ao seu ante real clamor. Fulgor , dos Demônios,Fantasmas e Bruxas; que afugentam ,o mais nobre dos Querubins, aos sortilégios ,de um recitado Halloween. SALVE..., brumas e  tempestuosos,.. criaturas e suspiros jocosos. Quando as felicitações cessarem, eu ei de voltar, á solitude,de em dias medrarem. By Santidarko

Assopro de quebrantos

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    Sempre plantara medos e assombros,em férteis pensamentos. Mórbidos encantos,...que pungem. Que pulsam,em solitárias e estranhas noites de fomentos. Rugem com a Alma...,em devaneios e ante a febris crepitações. Quebrantos,em sombrias brumas de elucidações. Olho para rua molhada após a chuva;quero estar lá. Segurando a mão da escuridão,como um acompanhante de uma caridosa viúva. Ao flamo das paredes,tateio meus ocultos sentidos. Não os nomeio mais;...desejos,que em minhas mãos,pingam como suores vertidos. Todos os sorrisos,foram transgredidos. Sinistro manto;súbitos derradeiros,com o castigar da face em riso,em um buscado canto. Músicas ensaiadas,com o fechado punho em marteladas. Não me direciono ao espelho,porque soubera de seu enunciar em trovejos. Meus ferais esbravejos. Que em Céu,o seu chamar para tenebroso abismo. Ectoplasma e seu agonismo.       By Santidarko

A fazenda de Almas elétricas

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  Ao vórtice do fito, o pensamento,passara mudo. Assim...,como o corpo. Sem nenhuma pretensão de espasmo ou agito. A Alma,...pendurada em uma arara; esmorçando a clara realidade. Á sua distinta e ousada temeridade. Sem peso..., apenas,o consentir sob sua imutável sagrara. Mesmo, ante ao recém-nascido ater, descobrira a chuva; ao olhar uma velha e ousada janela...; com seu atrevido abrir e fechar, a bater. O reflexo do vidro,esboçara agora, o meu primeiro refletir. O medo...,e um julgamento prontificado a agir. O vale da estranheza e, sua corroída nobreza. Ser, um espelho Humano e seus possíveis danos; ...o maior dos ledos enganos.       By Santidarko

O espectro das formas deduzidas

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  Com dardos douro de luz em feixe, a notívaga vela acesa, conforta a escuridão e a mim,em uma pequena mesa; com seu balanço,de um calço desleixe. O meu suspiro,porta uma insensatez..., diluída,em uma lânguida placidez. Talvez..., nessa velha casa de madeira no meio do mato, seja o retrato, do descanso de um pacato Espectro feliz. Ou,um inexperiente e ainda aprendiz. Pois o vento,com seu dizer em escuras arestas, me dera,calúnias de certezas, com suas Hercúleas frestas. Ás horas do cárcere do Sol, temo apenas..., outro doudo  Humano, com seu opor assombro sem engano, em meu frágil e desprecavido lençol.       By Santidarko

A hélice dos Vaga-lumes

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  Objetos voadores..., em existência de outrora; emergem,em colunatas da sutil realidade criança, descrentes formas,que incorporam a inverossimilhança. Cede seu emoldurar,ao ventre de divagadores aurorais; trovadores Siderais,ao respiro do mistério; ao atino crença, ante um ainda, ...berçário Sidério. Alvoradas tantas, que se oculta em urnas mantas, me contes,porque permites,o bambaleio de vossa chantas. O túmulo da autoridade, és ainda, de vossa responsabilidade         By Santidarko