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O contraste respiro ante um amedronto

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    O douro Lunar em cintilação, tocam as monjas abóboras em união,como harpas padecidas. Repousadas em um Nirvana Sidério. Seu fado ensalma..., contrastes,em noite mistério de rendidas flamas expelidas. Não arreceio,seu riso cortejador, que esfacelará no alvor do amanhã,após marcada conjunção; mas sim...,o entremeio de sua unção, ...ao seu ante real clamor. Fulgor , dos Demônios,Fantasmas e Bruxas; que afugentam ,o mais nobre dos Querubins, aos sortilégios ,de um recitado Halloween. SALVE..., brumas e  tempestuosos,.. criaturas e suspiros jocosos. Quando as felicitações cessarem, eu ei de voltar, á solitude,de em dias medrarem. By Santidarko

Assopro de quebrantos

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    Sempre plantara medos e assombros,em férteis pensamentos. Mórbidos encantos,...que pungem. Que pulsam,em solitárias e estranhas noites de fomentos. Rugem com a Alma...,em devaneios e ante a febris crepitações. Quebrantos,em sombrias brumas de elucidações. Olho para rua molhada após a chuva;quero estar lá. Segurando a mão da escuridão,como um acompanhante de uma caridosa viúva. Ao flamo das paredes,tateio meus ocultos sentidos. Não os nomeio mais;...desejos,que em minhas mãos,pingam como suores vertidos. Todos os sorrisos,foram transgredidos. Sinistro manto;súbitos derradeiros,com o castigar da face em riso,em um buscado canto. Músicas ensaiadas,com o fechado punho em marteladas. Não me direciono ao espelho,porque soubera de seu enunciar em trovejos. Meus ferais esbravejos. Que em Céu,o seu chamar para tenebroso abismo. Ectoplasma e seu agonismo.       By Santidarko

A fazenda de Almas elétricas

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  Ao vórtice do fito, o pensamento,passara mudo. Assim...,como o corpo. Sem nenhuma pretensão de espasmo ou agito. A Alma,...pendurada em uma arara; esmorçando a clara realidade. Á sua distinta e ousada temeridade. Sem peso..., apenas,o consentir sob sua imutável sagrara. Mesmo, ante ao recém-nascido ater, descobrira a chuva; ao olhar uma velha e ousada janela...; com seu atrevido abrir e fechar, a bater. O reflexo do vidro,esboçara agora, o meu primeiro refletir. O medo...,e um julgamento prontificado a agir. O vale da estranheza e, sua corroída nobreza. Ser, um espelho Humano e seus possíveis danos; ...o maior dos ledos enganos.       By Santidarko

O espectro das formas deduzidas

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  Com dardos douro de luz em feixe, a notívaga vela acesa, conforta a escuridão e a mim,em uma pequena mesa; com seu balanço,de um calço desleixe. O meu suspiro,porta uma insensatez..., diluída,em uma lânguida placidez. Talvez..., nessa velha casa de madeira no meio do mato, seja o retrato, do descanso de um pacato Espectro feliz. Ou,um inexperiente e ainda aprendiz. Pois o vento,com seu dizer em escuras arestas, me dera,calúnias de certezas, com suas Hercúleas frestas. Ás horas do cárcere do Sol, temo apenas..., outro doudo  Humano, com seu opor assombro sem engano, em meu frágil e desprecavido lençol.       By Santidarko

A hélice dos Vaga-lumes

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  Objetos voadores..., em existência de outrora; emergem,em colunatas da sutil realidade criança, descrentes formas,que incorporam a inverossimilhança. Cede seu emoldurar,ao ventre de divagadores aurorais; trovadores Siderais,ao respiro do mistério; ao atino crença, ante um ainda, ...berçário Sidério. Alvoradas tantas, que se oculta em urnas mantas, me contes,porque permites,o bambaleio de vossa chantas. O túmulo da autoridade, és ainda, de vossa responsabilidade         By Santidarko

Aranhas que tecem dualidades em meus pensamentos

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  No ondulatório das considerações sob fendas, certezas,hão de quebrar agora,em junções e em suas pretéritas emendas. A limpidez de meu sacrário,fora empoeirado, com o eterizar do questionar em passos,de um surgido missionário. A Alma guardada,se apegara, em nova manifestação recém-aclarada. Em Universos Paralelos, aonde cabem,os como eu;... singelos? Serias, uma Divina brincadeira,...de um Poderoso com seus Castelos? Por que surgistes, essa nova aranha em minha mente? Serias apenas,divagações de um outro e oferecido consciente? Tece sua teia...; cada vez em meu imaginar, algo a mais,se candeia. Serpenteia a possibilidade. Permitida dualidade.       By Santidarko

Phantonomas

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Soluças...,peito lutuoso; com minha Alma a se debater. Brumosas correntes a se antever,que me prendes em dizeres, a Terrosos honrosos. Minhas cruentas asas de cunho jocoso, toldam ,os arvoredos banhados pela luz Lunar,em ânsia do pecaminoso. Que o Divino,não escritures mais..., seus enunciados dedos,sobre minhas penas ferrosas; ao meu alçar, em noites umbrosas. Ao estandal da Aurora, eis-me,ao teimoso flanco, pôr-me ao pélago do agora. Ao seu preceito,que sempre vigora. Ao escampo do anoitecer, com o belo castiçal de luzeiros Celestes; ...o embebecer ,em esmo eiras sob meus quisestes.         By Santidarko