Exoestratégia: palavra cunhada por mim,que significa : estratégias ou vigílias vindas do desconhecido Cosmos,que,de uma maneira não totalmente explicável, interfere em nossa modulação e existência.
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Abro meu raciocínio mais reservado.
...Não afirmo verdades, mas exponho um modelo lógico que persegue minha curiosidade ao analisar os'dados frios': a correlação estatística entre avistamentos de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) e instalações/eventos nucleares humanos .
Não é acaso. Proponho a teoria da vigilância paradoxal , baseada em' pilares racionais':
1. O Princípio da Precaução Cósmica
Premissa Central: Qualquer civilização interestelar avançada compreende que o domínio da energia nuclear é um 'filtro evolutivo'. Civilizações que não o transcendem, autodestroem-se ou estagnam.
'Eles' monitoram não por medo de nós, mas devido á nossa evolução e desatento; pelo risco sistêmico que representamos. Uma guerra nuclear em escala planetária teria efeitos além da Terra: detritos radioativos poderiam contaminar o espaço próximo, perturbar exoplanetas em estudo, ou até atrair atenção indesejada de outras inteligências. Somos uma criança com um isqueiro,num depósito de pólvora cósmico.
2. O Efeito de 'Interferência Quântica Observacional '
Premissa Central: Sua tecnologia opera em níveis quântico-relativísticos, interagindo com nosso espaço-tempo de formas que mal compreendemos.
Implicação: Sua própria presença próxima a reatores ou ogivas cria interferências mensuráveis:
- Reatores:Campos de propulsão ou escudos distorcem partículas subatômicas, causando anomalias (falhas em sistemas, aumento de nêutrons térmicos,'fantasmas'em detectores).
- Crises Bélicas:A tensão geopolítica gera 'ondas de consciência coletiva' (neurociência quântica?) detectáveis por eles.
Sua aproximação é uma resposta à iminência do colapso, não sua causa. Paradoxalmente, sua presença (quando detectada) pode aumentar o risco ao alimentar teorias de conspiração ,e erros de avaliação militar.
3. A Hipótese da Quarentena Cognitiva
Premissa Central: O contato direto seria catastrófico para nosso desenvolvimento.
O primeiro contato com uma espécie beligerante e fragmentada como a nossa poderia desencadear guerras de unificação global ou colapso sociocognitivo.
Implicação: Os avistamentos são limitados, ambíguos e negáveis por design. São um protocolo de quarentena.
Próximo a usinas:Um lembrete tecnológico:
-Sabemos que vocês brincam com fogo.
Oferece um Modelo Testável?
- Previsão 1 :Avistamentos se intensificarão em regiões de nova proliferação nuclear (ex: Ásia Meridional).
- Previsão 2:Anomalias em usinas correlacionar-se-ão com eventos solares.
- Previsão 3: Em crises nucleares, UAPs surgirão próximo a centros de comando secundários, não apenas primários (evitando provocação direta).
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Conclusão ainda em movimento:
Se rejeitamos a hipótese extraterrestre por antropocentrismo, somos tão dogmáticos quanto os que veem deuses nos céus.
O risco? Subestimar este fator pode ser o maior erro estratégico da humanidade.
---Não estudamos os UAPs ,por fé.---
Questionamo-los ,porque eles estudam nossas bombas. Ignorar isso é enterrar a cabeça na 'areia cósmica'.
Nota: Esta teoria não endossa relatos não verificados, mas exige que a correlação nuclear-UAP seja representada com método científico, livre de estigmas. A seriedade do tema 'exige' isso.
By Santidarko