Enquanto observamos o bojo central da Via Láctea, talvez cometamos o erro de vê-lo como um amontoado estéril de estrelas velhas.
Este meu ensaio sugere que ele é um sistema dinâmico de ressonância cósmica, onde três dimensões interagem para 'sustentar a galáxia'.
O bojo não é apenas velho – é um reator de nucleossíntese acelerada.
Suas estrelas de população II geraram 80% dos elementos pesados (Z > 26) antes do disco existir, através de:
- Supernovas tipo Ia em sistemas binários ultracompactos (taxa 5x maior que no disco)
- Fusões de estrelas de nêutrons impulsionadas por interações gravitacionais caóticas.
A metalicidade média é inconsistente com sua idade.
...ciclos de enriquecimento relâmpago durante colapsos gravitacionais locais.
A matéria escura: (* sua 'malha escura'no bojo não é homogênea).
Forma filamentos resonantes alinhados com o campo magnético galáctico (detectável via polarização de raios-X difusos). Esses filamentos:
- Estabilizam órbitas estelares excêntricas, prevenindo colapso prematuro.
- Canalizam gás interestelar para o núcleo, alimentando Sagittarius A(*buraco negro) em 'pulsos regulados'.
Corolário:Sem essa estrutura, o disco espiral se esfacelaria?
A Lente Autoadaptativa
O bojo atua como uma lente gravitacional auto-otimizante:
- Focaliza a luz de quasares do fundo cósmico,para regiões específicas do halo.
Talvez as galáxias sem bojos desenvolvem 'discos quebradiços','com assimetrias rotacionais.
Conclusão da teoria:
O Bojo como uma 'Glândula Hipofisária Galáctica'.
Sem o bojo, galáxias seriam cadáveres cósmicos: discos rotativos sem memória, sem evolução química, sem conexão com o cosmos profundo. Ele é a âncora,e o farol.
By Santidarko
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