quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Teoria do berço vitruviano(*O bojo galáctico e sua importância)


Enquanto observamos o bojo central da Via Láctea,  talvez cometamos o erro de vê-lo como um amontoado estéril de estrelas velhas.

Este meu ensaio sugere que ele é um sistema dinâmico de ressonância cósmica, onde três dimensões interagem para 'sustentar a galáxia'.

O bojo não é apenas velho – é um reator de nucleossíntese acelerada.
 Suas estrelas de população II geraram 80% dos elementos pesados (Z > 26) antes do disco existir, através de:  

- Supernovas tipo Ia em sistemas binários ultracompactos (taxa 5x maior que no disco)  
 - Fusões de estrelas de nêutrons impulsionadas por interações gravitacionais caóticas. 

A metalicidade média é inconsistente com sua idade.
 ...ciclos de enriquecimento relâmpago durante colapsos gravitacionais locais.  

A matéria escura: (* sua 'malha escura'no bojo não é homogênea). 
Forma filamentos resonantes alinhados com o campo magnético galáctico (detectável via polarização de raios-X difusos). Esses filamentos:  

- Estabilizam órbitas estelares excêntricas, prevenindo colapso prematuro.  
  - Canalizam gás interestelar para o núcleo, alimentando Sagittarius A(*buraco negro) em 'pulsos regulados'.

Corolário:Sem essa estrutura, o disco espiral se esfacelaria?


A Lente Autoadaptativa
O bojo atua como uma lente gravitacional auto-otimizante:
 - Focaliza a luz de quasares do fundo cósmico,para regiões específicas do halo.

  

Talvez as galáxias sem bojos desenvolvem 'discos quebradiços','com assimetrias rotacionais. 




Conclusão da teoria:
O Bojo como uma 'Glândula Hipofisária Galáctica'.  
Sem o bojo, galáxias seriam cadáveres cósmicos: discos rotativos sem memória, sem evolução química, sem conexão com o cosmos profundo. Ele é a âncora,e o farol.


By Santidarko 


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