Este texto propõe a existência de uma assinatura observável direta da interação entre o nosso 'universo cristalizado' e o Estado Dimensional Flutuante : as Flutuações de Inércia Residual .
'Popularmente', este fenômeno poderia ser chamado de 'O Zumbido do Substrato'. Hipotetizo,que a matéria escura não é somente uma partícula, mas também um efeito de arrasto causado pela resistência do estado dimensional flutuante à expansão do nosso continuum espaço-temporal.
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Matéria Escura: Uma Reinterpretação Radical
'A matéria escura é detectada por seus efeitos gravitacionais', mas nunca foi observada diretamente.
O Efeito de Arrasto do Substrato:
Teorizo ,que o universo em expansão não se move através do nada'.
'Sua membrana de borda'se expande contra a 'viscosidade'sutil do Estado Dimensional Flutuante. Essa interação na fronteira (a Geometria de Espuma em macroescala) cria uma resistência, um 'arrasto'.
Esse arrasto se manifesta como um campo de força adicional que imita os efeitos gravitacionais de uma matéria invisível.
'A matéria escura é o Efeito de Arrasto do Substrato'.
As Flutuações de Inércia Residual-- O 'Zumbido Detectável'
Se o efeito de arrasto de substrato é real, ele não deve ser perfeitamente suave. A natureza espumosa e flutuante do estado dimensional flutuante na interface deve imprimir pequenas variações, ou 'vibrações',nesse campo de arrasto.
As Flutuações de Inércia Residual são oscilações de baixíssima amplitude ,e frequência no tecido do espaço-tempo, causadas pelas flutuações caóticas do estado dimensional flutuante na fronteira de expansão do universo.
São ondulações na 'tensão' do espaço-tempo, que permeiam todo o cosmos.
Analogia: Imagine um barco se movendo em um mar calmo, mas com incontáveis bolhas minúsculas estourando na superfície à sua frente. O barco (nosso universo) sente uma resistência geral (o EAS/matéria escura), mas também microvibrações (as flutuações de inércia residual) transmitidas pelo estouro das bolhas (as micro-BACs na Geometria de Espuma).
As FIR não seriam detectáveis por telescópios convencionais (luz, rádio, raios-X), pois afetam o próprio espaço-tempo. Precisaríamos de um 'estetoscópio cósmico'.
--Ressonância de Espaço-Tempo de Ultraprecisão.---
Utilizaria-se,uma rede global e futuramente espacial de
Interferômetros de última geração, como versões significativamente mais sensíveis do LIGO e do observatório espacial LISA.
Esses instrumentos são projetados para detectar ondas gravitacionais, que são 'estrondos' no espaço-tempo. As FIR seriam um 'zumbido' de fundo, muito mais sutil.
O objetivo não é procurar um evento único, mas um Sinal de Ressonância de Fundo .
Esse sinal teria duas características principais, teorizadas aqui :
-Assinatura Espectral não térmica:O padrão de frequências das FIR não seguiria a curva de um corpo negro (como a radiação cósmica de fundo). Seria um espectro caótico e fractal, refletindo a natureza flutuante do efeito dimensional.
Correlações estatísticas no sinal FIR entre detectores separados por grandes distâncias (na Terra e em Júpiter) apareceriam de forma que viola levemente a causalidade local, indicando uma origem comum no substrato acausal.
Para que esta teoria ganhe uma identidade, propomo novos termos:
-Substratomia:
O estudo do Estado Dimensional Flutuante e suas interações com universos cristalizados.
-Crono-Hidrodinâmica Cósmica:
O estudo do universo como um 'fluido espaço-temporal' em expansão, sujeito a efeitos de viscosidade e turbulência do efeito dimensional flutuante .
-Geometrodinâmica Quântica Flutuante:
O formalismo matemático que descreveria a transição entre o EDF e as BACs.
A detecção das Flutuações de Inércia Residual seria,em minha hipótese, um composto á radiação cósmica de fundo.
'Conclusão'
A proposta das(*flutuações de inércia residual)FIR transforma esta teoria em um exercício puramente especulativo e experimental.
By Santidarko
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