segunda-feira, 31 de outubro de 2022

O alcance de uma humana imaginação e o sobrepujar de uma escuridão em fomento


 



Tenho a"face clara",sobre ser um culpado e testemunha de horrores!


----O gotejar de paredes,após o meu fomento em deleite!-----



...Emanos de lápides ,com dizeres de saudades e heroísmos, ao meu lado---em diversos momentos(Um Nosferatu que os consumia);

...Musgos e umidades com suas lindas manchas temporais(O meu desdém,a todo transcorrer de tempo);


...Árvores putrefadas e minhas lânguidas emoções,ao pés de  suas belas raízes!


"Ressoa ainda em mim",a obstinação do que os  homens,com seus abalançares de ouro,buscavam na errônea guerra.

O seu segundo ,reviver!


...


[*Estou caminhando por uma agradável noite,em movimentadas ruas de uma grande cidade]

[*Estivera em um domiciliar-se, distante de grandes centros urbanos)

[Acompanhara,diversos avanços tecnológicos;todavia,"a minha rendição",fora de pequena dependência e exaltação]

...


Rangem anseios e prósperos imediatistas de contentos ,entre estas Humanas consciências ,dos quais me locomovo!

Minha ponderação e aceitação,rastejam em minha mente,como febris ratos  em uma noite tempesta!


Hordas e hordas de humanos, sob atentos dizeres eletrônicos.

---Contínuas vibrações de atenção ,ás suas faces-esfíngicas e, a seus caóticos padrões morais ---


Caminho entre apoderecidas ruas de caridade e sanidade!

Trafegam,a cada célere momento,mais e mais,"servis"!


Não fora,porque  tenho a estimação de inerentes circunstâncias a meu favor,que julgo de forma oblíqua e penal,estes"pobres seres"!


De trazer vozes e dizeres,somente á minha dinâmica.


NÃO!


Mas ,essas testemunhas vozes que aturdem a si próprios ,com replicadas palavras vindos de outrem, por tela cintilantes,---sem a  atestada  idoneidade----,criam uma fantasia e uma vaga declaração, de Serem!


Desdouro por atos vãos ,e verdades coloquiais!


A decrepitude de uma sólida palavra e ,um firme exprimir!



Entretanto,também,"em uma noite pontilhada" como esta,com lindas Estrelas em exemplicações de sorte e maestria sobre nossas cabeças,coubera,a meu ver,um autodeclarar de contento á vida.


Em uma outrora ocasião,ou em um memento reluzente,não irei aferir a mim ou a qualquer ouvinte igualitário ás minhas condições imortais,que Passadas épocas,produziam um cunho-espetáculo.


NÃO!



-BASTA!


Chega de eu pavonear minhas melancolias Passadas e ,meus patentes- fundamentos!


Esta tola emissão de pensamentos e,frases de um calmo-enervado ---ás quais eu diria"a um ouvinte irmão"!


Mas sim,toldam ainda em mim,velhos costumes.Dos quais humanos e suas boas educações, causavam a mim...,sorrisos e interações de agrado-troca!



A toda Alma que me couber hoje,prometo-lhes,"não arrastar a loucura",ao longe de suas perplexas mentes!

---Que o descrito folclore de uma existência, como a minha,realmente abrem hediondas permissões de meu estar----







By Santidarko
Imagem By Santidarko

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Tormento insônico


 





No início,você fica apaixonado,por estar apaixonado!


A felicidade começa a ser lapidada em pequenos gestos e, em almejadas concepções;

...a uma humana natureza(*da maioria) de expelir solidão.


Um impulso á sua diária luta ;em vencer e, ter com quem dividir!



Após o transcorrer do tempo e das "elementais  dependências"---agir mecanicamente--,torna-se um hábito.

Começara assim--eu,você,nós--"a seguirmos o aroma dos contentos";


...Prazeres carnais e/ou sociais,que darão a você, "razões sentimentais" a seu dia a dia!

---Mostrar o seu valor;que você merece ser amado e respeitado!---

.


O quão difícil...fora aceitar, que em uma realidade construida sob enamorados costumes ,escolhas pessoais ,agora sob uma aplanada-dignidade e engolidos- embaraços ---"são sadias negações ".


Há então:

-Explicações com afáveis medidas :

...de incluir-se ás amizades,outrora,"devidamente postas" em suas razões comportamentais.

[*O amigo do trabalho e sua esposa;o "velho amigo"da escola e sua agora,esposa;o casal vizinho ,que sempre os convida para sair]


A diferença,o sentir-se ilegítimo perante aos "normais"---encrosta em seus ossos.


O torna, a uma distinção de juízos e valores:um comprometido-homem ou apenas---um fanfarrão desordeiro--!


"UM IMATURO"!


,,,

Após aquela noite,após ao término de meu relacionamento,eu parecera estar... ao longe de masculinos- cotidianos,responsáveis.


Minha ex-esposa preferira ir morar com sua mãe--- lá  também,estava minha ex-cunhada.


Não tínhamos filhos.De casamentos anteriores ou decorrentes de nossa união.


Eu ficara com a casa;assertivamente sob o parecer de ambos!


Quando a noite erguia-se com seu manto de escuridão e quietude----sem as crianças com  passares de bicicletas e suas buzinas aporrinhantes pelas ruas do condomínio,ou os possantes carros com seus motores vorazes----sozinho em casa,eu me sentira ás vezes,ansioso e inquieto!


"Como se a vida lá fora,se esquecesse de mim".


"OS MEUS VELHOS AMIGOS"estavam com seus deveres familiares ou com seus "compromissos sociais" ,lembram-se?


A um olhar alheio,de solteiros e suas convicções----tudo isto, pode aparentar ,insignificante!


TALVEZ, SEJA!


---Devido á vida ser passageira e apressada.----


Há padrões de condutas,que somos fomentados a seguir;por baboseiras familiares e/ou  sociais.


CONCORDO!


 Complexos ,negações e fracassos"são meramente meditativos".


CONCORDO,TAMBÉM!



...


Em uma dada  noite...

...Não havia nada,do que eu pudesse fazer,a não ser----andar e andar.


Seria uma noite de clima agradável e, com uma cintilante luz,oriunda de uma Lua cheia.


"Após um caminhar sem nitidez",---o meu,sobre indagações e pesagens de culpas--,eu chegara a uma  estrada de ferro,do qual  passara próxima ao meu condomínio.


Especificamente,um pouco distante dos muros do condomínio.


Era uma localidade,que não tinha como vizinhança,a proximidade da  cidade ou outros lares.

Apenas,mais e mais terrenos;que em um curto espaço de tempo,também seriam loteados.

Mas haviam, alguns postes de luz e ruas recém-abertas.


Era um lugar...um pouco deserto.


Por enquanto!


Era meia-noite,segundo meu celular!


Não havia o costume,o meu e dos moradores do condomínio,de se  passar por ali!


Á noite.


Bem..

...Talvez ,casais de jovens enamorados,dentro de seus carros,poderiam ora ou outra,estar ali!


Durante o dia,fazer uma trilha com familiares,ou um aventurar-se de joviais grupos,não seriam de cunho improvável.


Era ,ali também---"de um fluxo delimitado"---carros dos moradores próximos á minha residêmcia,não optar por este trajeto;

...Vindos da cidade.


O comum,era vir pelo caminho que daria em frente ao portão de entrada do condomínio,---este do qual estou agora,a pé,era uma estrada de chão;que, em um  dia de chuva,embarraria os carros ,ou os emporcalharia, com uma avermelhada poeira em  dias áridos.


Quando eu chegara a um ponto que,começaria a ficar,totalmente escuro e acentualmente mais desértico---eu resolvera dar meia-volta.


Eis que ENTÃO...


Um insólito objeto cilíndrico,de um tamanho, calculado por meus estupefados olhos --- equivalente a um caminhão-tanque.


"Esses comuns de combustíveis"!



PAIRAVA NO AR!!!

PAIRAVA NO AR!!!


Há uns cinco metros de altura.


[De contos e histórias sobre estranhos fatos atestados,este,confesso ser de um tamanho ,de "pequena proporção"!]


Ao vê-lo,senti em meu âmago,a essência de uma solidão ;um amedronto deflagrado e expelido, por um desconhecido maquinário---em seu assombro de existência e estética .


Era de um brilho metálico,nunca visto antes.


-SOB O MEU TODO-CONHECIMENTO... 

...EXISTENCIAL!


CLARO!


Pairava e,em alguns intervalos de tempo,girava.

"Acometendo-se a um mesmo estado de posição".


[Pois um objeto de forma cilíndrica,não altera sua perspectiva ,ao girar.

O seu observador,deve permanecer em sua mesma linha de observação.]


CLARO!


Emanava de si,"O OBJETO,"-----ou de "seu campo"---,uma baixa frequência;"percepitível SOMENTE, a atentos ouvidos"!


Você precisaria diminuir a ansiosa respiração;não causar ás suas roupas,uma fricção "com suas abobadas mãos"!


Conseguira,eu, ministrar tais sugestões,porque ficara paralisado,em decorrência da apresentada realidade.


Eu sempre imaginara ,em meus apogeus de conjecturas e de possibilidades multidimensionais----que, quando ocorresse uma superposição de realidades--,quem estivesse na intersecção seria acometido por uma alienação ou uma descrença de visuais fatos.


Causando á mente,uma total falha.


Pois,por breves segundos,eu me ajoelhara;como uma forma de sustentar o meu quase,caído corpo.

A mente causa ao corpo ,esta descrita "comoção",quando não consegue mais,processar um todo á sua volta.


Age assim,a mente,como uma forma de  proteger-se contra eventuais problemas físicos.

["Um cardio-efeito";uma sanguínea pressão que pode acarretar inúmeros desajustes corporais;uma respiração hiperventilada;]


-NÃO SEI AO CERTO,MAS ,

...FATOS ASSIM!


ORA...

...SOU APENAS UM ADVOGADO.



Se for algo extraterreno,o que fizera, ali?


Não havia água em sua proximidade;não havia, qualquer espécie de minério no entorno deste lugar.


Dizem,que,um objeto não identificado de cilíndrica forma,seria um "coletor ",ou...,com uma  funcionalidade de se  transportar"carga".


OU TALVEZ,eu esteja ficando louco.


...

[POUCO SE FALA,MAS TUDO QUE VIERA A SER CRIADO,"VIERA DE UMA ESCURIDÃO";

...ENTÃO,DE UM DESCONHECIDO TACITURNO PODE VIR VIDA NOVA,EM CADA MICROINSTANTE"]

...


NESTE  BREVE INSTANTE,EU AQUI,PARADO,"OBSERVANDO O IRREAL"----PARECERA... QUE UM INFINITO  COUBERA EM MINHA MÃO!


...


-Em um contexto háptico,"o objeto flutuante",parecera ser gélido!


-----ISTO TUDO,PRONUNCIADO EM VÃ RAZÃO,FORA APENAS, "UM RECORTE NEURAL DAS  MINHAS PERPLEXIDADES"!----


...


-CALMA,Ezla!

-ACALME-SE!


-Se eu correr,seria pego ou interceptado por isto?


-APRISIONADO?


-O QUE,FAZER?

O QUÊ?



Nunca me esquecera,o que me disseram em uma determinada vez:

-Sempre há algo estranho e macabro,em toda noite.

-Você,apenas,ainda não dera o azar de vê-los.


Meu irmão dissera isso a mim,quando éramos um pouco mais jovens!

Segundo ele,meu irmão,ele vira algo que o atormentou,

...DURANTE ANOS!


ELE NUNCA ME CONTARA AO CERTO,DO QUE SE TRATARA.


Mas eu me lembro de seus pesadelos e suas caras consultas no psiquiatra.


-DROGA DE CELULAR!!


Parara de funcionar...

..ou sei lá o quê!!


Gostaria de ter uma foto,como prova da minha lucidez!


Esta pedra na minha mão,"deverá me dizer",qual será a reação de minha ação!


Droga...!!


Há algo estranho em seu contorno---ao do  objeto!

"Aparenta ser algo,que distorce o tempo".

Pois minha arremessada pedra ,agiu para com um comportamento giratório;como  se estivesse em  um vórtice.


Aliás,até a mim,parecera estar em uma temporal-distorção!


Alguns movimentos físicos,como eu andar ou eu me mexer,parecem estar em uma repetição-espelhada.


Como se eu...

...me observasse em variadas direções.


Não sei mais,se eu dissera algo ou,se eu me  preparara novamente para repetir minhas falas e gestos.


Minha cabeça está confusa.


É UMA DESPERSONALIZAÇÃO!

[O OBSERVAR DE MEU EU]


-PRECISO SAIR DAQUI.

-AGORA!!


Um zunido em meus ouvidos está atrapalhando minha locomoção.

Me ocasionara,algo descrito como... uma labirintite.

EXATO.

EXATAMENTE,como isto.


Não consigo gritar...

...Não por ajuda;mas para despertar minha fúria,com um  bradado manifesto -espiritual.


TALVEZ,este eminente estacionário,em uma gesta caridade, de a mim e á vida de meus pensamentos,continuidade.



A cada humana criatura,todos estão,no  fronte de seu destino.



A inutilidade da queixa...


"NÃO HÁ LEVIANDADE COM O PORVIR MARCADO"




By Santidarko

Imagem criada em uma I.A, By Santidarko

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Uma matinê sobre a sombria noite que viria


 


"Um coração acusado",pode multiplicar sua penitência ou seu remorso,com o pronunciar de um espelho.

----"Contar com pedidos etéreos,á sorte dos bons  farsantes"-----


...


Nunca houvera em mim,"uma imaginária linha-mental",sobre aonde eu poderia ir com as minhas indagações e consentimentos!

CLARO,dado ao fato que, muitas das semânticas em questão-----são encenadas.


Ficcionadas!


Ou seja,

...nunca fundamentara a um outrem á espera de conceitos punitórios  ,---ou a alguma honrosa disputa -----meu penal-atestado,sob o meu digno-suposto ou ao meu probo-desfecho!


...Ou ao meu Ser,

...Suores heroicos que despenderiam de mim,sequelas físicas ou emocionais!

[*Uma guerra ,ou lançar-se a algo, até então ,desconhecido "á humana-tabela de reações"!

[Ao corpo e seu antagonismo,diante de um desconhecido reagente extraterreno.]


Ficcionadas.

Lembra-se?


...


Mas como dar aos versos de uma imaginação,condições métricas?

Onde rimas de possibilidades,cunham-se em solistas manufaturas experimentais!

----"Um consciente estorvo ,ou fabricado"---dos quais possibilitariam ocasionar ,aborrecimentos heterodoxos!


COMO FORA DITO,NOVAMENTE:

-Ensaios de realidades!

....



PERDOEM-ME,meu nome é Hélio Salegra.


Tenho setenta anos de idade!


A severidade,nunca fizera parte  das minhas encostas-criativas;nem mesmo,de uma austera educação institucional!


[*Poderia ela,resplandecer em um berço de verdadeiras promessas,enquanto a espera,fizera ainda de mim,seu  refém?]


DESCULPE, NOVAMENTE, 

RECORDEI,NESTE EXATO INSTANTE, DE:Antonieta Touller.Um amor,quase conquistado!

De meus idos tempos estudantis!


Fora apenas,uma saudade!...;

...ás vezes, lembranças de quem um dia eu fora,vêm e vão!


SIMPLES ASSIM!


Estou sentado em um confortável sofá de couro.

Sofá,este,que apenas,uma pessoa pode aconchegar-se em seu declínio;com regulagem para as pernas,pôr-se em confortadas posições de descanso.


ESTICADAS!


Há uma janela,do meu lado esquerdo.

Estou com um velho cachimbo,em mãos.


Apagado!



Estou na sala de minha casa.A televisão está desligada.

O ambiente está semiescuro.

Apenas a luz natural que adentra da janela,por uma semiaberta cortina,,que ocasiona a iluminação de um meio de tarde.


Estou rememorando agora...

[-Outrora,inspirado por uma imaginação indelicada,afugento possíveis amigos,com seus "caídos risos" e,suas ilustrações sobre ponderações racionais]

[-Há visíveis fragmentos de condutas verborrágicas,que,não mais afloram em mim,para com  uma "aquecida conversa"!]


Possivelmente,talvez...,sejam costumes desta nova década.


[-Sou agora,um heteronônimo de mim mesmo]


Mas,nem mesmo uma ninharia,---não me refiro á mesquinharia monetária,mas sim,á atenção em ouvir--,deve ser degradada em uma curta vida Humana.

Pois o escasso,pode cair sobre nós;a qualquer tempesto momento!


---O paganismo e as fés com suas contrações de culpas,seguem riscas de fervores----


Me fazer notar em opinião,neste dito aspecto ,nunca fora minha excentricidade;da qual,eu as espalhe..."com diálogos e ecos ao vento"!.


SIM...!

Talvez eu seja um imutável e solitário!

E,Sim,também...;

...Posso estar em preventiva dor psicológica,de expor a mim,a desnecessários embates;atrevidos manifestos de uma não-educada colocação interpessoal


COMO,QUEIRA!


"Há uma série de instrumentos,sob uma apresentada personalidade".

Mecanismos antiataques,sob os dias ,dos quais busco hoje;calmaria e, não-percepção,de "minhas ranhuras sentimentais"!


-Heteronônimo,LEMBRA-SE?


Uma  personagem de mim mesmo;"alguns e outros",dentro de meu eu,que decidem o que eu devo,ou não,fazer!


Mas,a maioria das pessoas,não são assim?

Afugentam suas deficiências!?


Com outras demonstrações, fabricadas por si mesmo?


Medrar infortunas e despeladas sortes,sempre me abatera----quando eu estivera sozinho com meu próprio e,rude eu.


Descer a grande fundura da solidão!


Queria portar asas em minhas costas,para batê-las ,com todo o perdão, que me caberia ao me retirar

a outras terras com promessas de doçuras!



Mas hoje á noite,hei de sonhar novamente


Sei que haverão chamas que descerão do céu e,me punirão com sussurros e cinzas.


A solidão está úmida;tempo-espaço,colidem em minha consciência.

Converso com objeto e lembranças;entalhos cunhados por unhas,na madeira de minha bengala.


TALVEZ,eu aguarde mais um dia.


Pois quero lembrar dela,mais um pouco!






By Santidarko

domingo, 16 de outubro de 2022

O homem que testemunhara a Si mesmo


 

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Caixas acústicas,com raivosas melodias sendo expelidas por um vibrar retumbante!


Introduzo a mim,a um esboço de delírios sensoriais!

Olhos a um vazio,com inúmeras indagações de esperança e,algumas tentativas de compreensão.


-De tudo o que eu já vira ou...soubera que existira.

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...

[-Deus,desistiria em ser Deus.Poderia abster-se?


-O Diabo,poderia desistir em ser ,ao que fora destinado por si ou pelos tortuosos caminhos de Deus?

-Desistiria de seu ,também,Poder?]


-Eu,um mísero "insulto Cósmico",deveria renunciar a mim?-Em quem sou?


...


Ao final de cada década,a próxima a se seguir,ainda trará consigo,um pouco da passada;até iniciar sua identidade autossuficiente.

Os rancores,ainda virão com continuidades,ou com "velhos desejos,ainda em espera"!

Flechas das regras recém-cunhadas,perseguirão"Passados pagãos".


...


Ondulando em caminhos , com uma tempestade sobre a cabeça e um abismo a poucos passos á frente---,vide,que um retorno de passos,estivera a uma descontinuada questão ---,qual o sussurro em coro,a esforços,devo dar a mim?


"O pulsar de uma máquina,que captara  cintiladas-frases de coragens e clarezas,durante seus buscados entalhes"?


Dar a mim,um desvairado fulgor?


[Onde... nem mesmo uma robusta corda com uma expansão em incentivo,consegue mensurar]


..


Ao sobrevier do caos e, fragmentos de razões desmoronadas,que rosnam como ventos:-"Devo cobrir minha cabeça e fechar os meus  olhos"?


Ao perfuro do entusiasmo com seu brilhar em coragem,a mente dirá ao meu corpo,que não somos  ritmados de ponderações e alívios em sorte!


...


"Após uma distância",a esperança tornara-se monótona.


Carcaças e lama!


Palavras e afagos,ocasionam náuseas,outrora,tênues!

Tornarei-me,um vale interpessoal!

Não-intimidado por constantes e princípios decorados!

...




By Santidarko


sábado, 15 de outubro de 2022

A interna atmosfera de um andarilho com carnalidades em belezas e monteares em fortes punhos de desejos


 



Campos de batalhas desgastados por ferozes e inúteis levantes de castelos.




---Esse"passatempo fantasmagórico"---do qual coloco a mim,para vivenciar  supostas ebulições Futuras e,de expectativas afogadas em um Passado;

...faz eu me sentir,um espectro de uma casa abandonada!


Uma conjurada linguagem de faíscas e imaginativos núcleos-semicorpóreos----:"-quem... afinal,eu supostamente,poderia ser em demandadas circunstâncias-vivas  de sorte?


Um ecrã singular,de quem,eu REALMENTE... seria!

E assim, me caberia,apenas,"moldar em uma argila morna":--Se eu mantiver isto ou,se eu puser aquilo?

-NÃO IMPORTARIA!;pois,minhas mãos estariam em aprazíveis porquês!


MAS...

...Em um longo espaço-tempo,a mente perde seu jovem otimismo.

"A descrença é química"!

Épocas passadas são festins de lembranças!


----O porvir,traz blocos e mais blocos----cada vez mais enigmáticos e enredados.


TALVEZ,esta"gélida profundeza" do qual eu me encontre,seja o anseio de todo mortal:-buscar um mísero poder ou um definido controle!?


-É POSSÍVEL!


Talvez,eu delegue aos meus pensamentos,uma autonomia-libertária,

...Exacerbada.


Mas, sentir que"há uma redoma de vidro em determinados passos",criam degradantes-silenciosos,que riscam dias em um cativeiro, sem paredes!

-Eu sou o opressor de mim mesmo;que tece um borrar na visão ;que atenta seus próprios passos ,outrora,já evanescentes!


Pontos de cor,começam a vibrar em desarranjadas esperas.


Mas eu sou um operante  de alguns sonhos vindos ---de exprimires---- de um Mundo deficiente e cruel.


...

Apodendo de vinho,com olhar e os dentes anavalhados, em frente ao espelho,introduzo uma simples conversa com a fé da qual eu nunca apalpara realmente;ou esticara os meus longos braços, para segurá-la  com toda minha força!


---Desalentos em esboços imagéticos, ou desapontos mentais?---

--"Enfermidade" e um narrar, de um autoperseguido  e cismado?---


POSSIVELMENTE!


..."Uma viva Alma penada",que derrama penas de seu mal-aventuro;

"...Abatendo lindos bosques",sob uma visão ----em uma encosta de barranco.





By Santidarko


quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Élode Zônore,tecida sob um nublado céu e ,delirantes desejos ensolarados


 

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Caóticos ataques de uma mente, não mais gradeada por canduras temperamentais



"Irradiava",extremecia e expelia um pranto-risonho, que assentava-se,firmemente aos ouvidos!

Seria uma vaga tentativa,ordenar á mente,uma recusa definida a esta deliberação  frenética!

---Um alienista, clinicamente atestado,reverbaria desconfortos momentâneos, ante a essa desmedida ação.----


...

O escárnio de pensamentos e atos de alheios ,a esta demonstrada proporção,pode nos levar,---o anseio imediatista ,de se  planar ao longe,de locuras e "imensidões-mentais";dos quais, suplicamos pedir ao destino,á nossa não-colocação,dessa infortuna enfermidade mental


Todos que ousam operar com gatilhos e "tempestades mentais",terão a loucura,agora,como um relicário fascinante.


...Á fonte de uma "imaginário inexplicável",o exprimir ,que não  aprende-se  com apenas,"alicerces- sociais,desfigurados"!

--Criação paterna  ou á caótica configuração  de um lar---


Seria,alguns desses "sortidos Humanos",

...Um especulador emocional e/ou libertário,antes de seu total autodescontrole?


---"Um intelecto extrassolar"---...um alheio, que se enlaça a um Mental-Universo,cunhado aos "desviados olhos de Deus"!


Loucura!


"INSANAS CRIAÇÕES"!

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Élode fora encontrada,com as suas pequenas e delicadas mãos, ensanguentadas!

Em seus pálidos olhos,havia uma determinação,contra qualquer calmaria de compreensão.

Estava de joelhos.Um vestido branco,que parecera tremular,com abismos de vazios!


Uma de suas vítimas,a última,ao delírio de seus expansivos olhos de poder!


Você,um leigo ou algum...inexperiente sobre fatídicos acontecimentos como esse,atribuiria ,a alguma entidade[...que ordenava a ela]---com vozes não lineares e ,esfíngicos sentidos emocionais!


É possível,julgar uma ânsia,antes de seu regorgito?

[*Algo...para apenas ser facilmente medicado ou,atentamente questionado?]


Gradualmente---olhando através desta pequena janela---de uma porta de hospício para o seu  interior,---de um isolamento---,começara eu, a conjurar visões ,sobre rústicos e broncos delírios furiosos!


A lamentável personalidade,um pouco ao longe de meu eu---jazia ali---,com sua vida,serena, diante de meus estupefados olhos coloquiais!


-----"Um popular cidadão",com um aprendizado,um pouco mais apurado,dentre os  termos e estudos,comportamentais------


-Tudo,pode ser desordenado;ser onírico, mesmo ao se estar acordado!


-Fogo e insanidade!

-Queimam o etéreo.Qualquer sublime,regado com sorrisos e gentilezas.



Poderia-se formular perguntas, que a língua e suas ditas palavras ,não conseguiriam emanar,sem suas retratações em excesso.

...

-O CÉREBRO É ATÔMICO!

-UM CALEIDOSCÓPIO QUE GIRA SOBRE VALES ESVERDEANTES E EM "METAMORFOSES PLÁSTICAS"!

...

O intercâmbio com Almas,com as suas conclusões retidas em cascas partidas,imprimem pontos em nós,talvez,outrora,temidos---- sobre seus ajustes e descobertas!

Cambalear sobre o "verniz da contestação",----desequilíbrio químico--,é meramente, esquivar-se de algo,solidificado,também,no Ser.


TALVEZ,a algum observador,--nem mesmo eu---,fizera algum sentido,em diversas ocasiões cotidianas.






2-Procurar uma noite,da qual,aos olhos da realidade,nunca existira!



Élode fora a um estendido-longe!

--Há,incontáveis eternidades, para uma mente que se declama superior---


Escapando,para sempre!

Até ,ao seu próprio  permitir!


MAS...

..."Em seu deficiente flutuar",fora capturada!


"---O EGO TERRENO,HABITA EM FRÁGEIS CORPOS DE INSETOS----"




Fatos retóricos e falsos relatos de cansaço,hão de conjugar,a falha expertize de uma animal-rei.


Como assim fora,dita por ela:-Cansaço e desistência de cuidados!






Personagem Élode Zônore by Santidarko

By Santidarko

terça-feira, 11 de outubro de 2022

Corassário---A gramatura de uma escrita-posição,sobre indóceis páginas Siderais


 


É como... atestar contos que afirmam,o êxito de pessoas que arriscaram subir o monte e ,que lá,conseguiram capturar milagres!

...

Não  necessitará de muito,--para um determinado mundo-pessoal,atual---, desmoronar!"

...


Comprovações débeis,sobre ordinárias e  frágeis constantes-mundanas!

Materialismos virtuais e, materialismos como :um mental-elemento,primordial!


----Ninguém anseia,é claro,evidenciar desqualitativos sociais a alheios observadores;sua escassez,no tecido dialeto... sobre "vitórias"----,

...Mas as perseguidas tentativas de estabelecer-se em um"âmbito social saudável",causam um frenesi, contra um "falso abandono"----de uma objeção, sobre uma verdadeira  sorte ou de uma gratificação... de ainda se "estar aqui"!


...Porém,ao término do corpo,de nada adiantará,conquistados feitos pessoais!

-És um muro intransponível!


"Sob os segundos do Universo",sejam dados também,outros motivos de sua passagem;outrora,eternizada por você!



By Santidarko


domingo, 9 de outubro de 2022

Habivocanus


 



Psychianos e togas verdes-musgo,

...Coordenadas Siderais!

Estudos sobre atividades e fragmentos do ontem


Há uma interna voz,que anseia o encontro com vozes externas,exprimindo á sua igualitária indagação!


Em todas as esperanças,acrescente o fator tempo.;

...quem acreditamos ser e,quem realmente,ainda somos!


Preencher as noites,mesmo com falhas tentativas de compreensão.

Afinal,há pessoas que adormecem,discursando para si;

...outras,induzem a si,para adormecer.





Habivocanus By Santidarko

sábado, 8 de outubro de 2022

Twínice Elmer e a rua Páralo



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O aroma de espectros...

...placas de ruas,semicobertas por brumas!

Pensamentos desconcertados por medos,de um vozear taciturno.


Jazem janelas vazias,escurecidas por cortinas dormentes!

Pairan ,definições distantes de uma estendida mão.


Cercados de trevas---árvores com vínculos de inimizades!


Solidão á deriva.!

Minha mente,no deserto de corujas.


Psiquismos de crenças punitórias!

Psychianos e, as acreditadas ilusões de uma existência!


Entre fortes ombros,há uma mente,que não ampara-se com perdões e boas maneiras para com consigo mesma.


By Santidarko

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Nada na vida,sempre fora preto no branco




Twínice Elmer.

A doce e confusa, Twínice Elmer.

Outrora,em quentes noites,"bailava com a coragem"---Uma falha tentativa  de entreter-se com uma agitada rua;próxima á sua---com mais pessoas á volta.


----"Constantemente,Twínice estava com os seus dedos cruzados"-----


Medo de sua crise ;de  ansiar-se na rua,sozinha...ou perto de inúmeras pessoas desconhecidas.

O perfeito paradoxo-emocional


Graças ao vento--"uma melodia"--,chegara aos seus ouvidos naquele final de tarde!

[*Risos e coversas agradáveis,sobre uma apressada e breve,porém,esperançosa...vida.


-Um lindo baile com rosas murchas,pensara Twínice.


Twínice havia se separado de seu marido.

Não por algum motivo de "cunho probatório ou conjugal",mas sim, pela sua enfermidade-depressiva!


Acordava á noite,com gemidos---uma desesperada "atitude de fuga de seu eu",ou de ir ao hospital.

Como se estivesse atestando a si mesma:uma ataque cardíaco.


MAS TUDO,fora proveniente de sua enferma Mente.

Ansiosa.


Choros em escadas.

Prantos á beira de sua cama.


---Uma vida, com sentido----,no entanto,"pouco explicativa".!





Twínice Elmer :personagem By Santidarko



quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Os enegrecidos repiques de sinos em movimentos com a tempestade


 


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Na atmosfera de meus sonhos,nem tudo pode ser comunicado,ou por mim,compreendido!

É como:querer memorar detalhes de uma vastidão, á sua volta.


Pareço estar, sempre curvado sobre mim----"Um degenerado"desatento aos esclarecimentos... [entoados em voz baixa!]


Talvez sejam ,meras considerações sobre os aparentes, declínios mentais.

...Onde sonhos ,também sobre liberdades ,degeneram as moldadas educações e normalidades de um Ser ,acanhado!

Em seu despertar!


...Cansei,de me arrastar por degraus intermináveis!


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Nos meu sonhos---há um grande templo de pedra;

...sempre há um mercador,parado lá.Em frente ao templo.

Com sandálias marrons e,algo pesado,guardado em sua bolsa de couro---sustentada por seu ombro direito.

Sua túnica predomina o verde-musgo.


Ao lado do templo,uma esquálida rua .


...Ás vezes,parece algo...cênico.


Das vidraças do templo,vêm á visão----"desenhos vindos de uma mão em decadência".

[*Uma tristeza ,que não mais anseia,amparo)


A porta do templo...entalhada por bajulações de um insano!

[*Sinistra!

...Lendas saídas de um purgatório com vias em silêncio e, desalento]


Meus olhos ,sempre encontram também,uma fumaça negra oriunda de uma ,provável,fornalha construída no interior do templo.

O mercador,sempre segue meus prováveis pensamentos,coms seus olhares,quando entrelaço os possíveis motivos ,de TUDO ISSO!


Talvez,TUDO ISSO,sejam segredos equívocos;

...vindos de um "pobre alguém","Eu,"que puxara demais,a corrente do limite de uma Alma em passeio!


....

Começam a flutuar,partículas agitadas de terra ao meu entorno.

Uma poeira em consinderável tamanho granular;tingi minhas mãos,meu rosto e minhas roupas ,com um avermelhado-rústico.


TEMO,que aqui,não seja um local para alguém em conjunção com seu livre-arbítrio!

...


O mercador,sempre notara meu estado peculiar.

Sua curiosidade-regada,talvez seja o meu passe ,para meu ir ou vir.

...Observando-me,com uma cognição ,ou algo com algum denominador-experimental.



O campanário começa a assombrar  os estranhos pássaros,que em suas torres,repousavam.


BADALOS E MAIS BADALOS!


Não era necessária ,uma mediana erudição para alcançar a conjectura de uma tempestade,formando-se.


Com apenas um olhar á minha pessoa,compreendo, que o mercador,me questionara sobre a minha POSSÍVEL entrada ao templo.

[*Um breve perguntar,diante de seu observar ,---sobre á nossa volta----sobre a tempestade locomovendo-se até nosso ponto de localização.

Mostara também,ele,o mercador,um fascínio sob a  variante de meu arbítrio ,ou a uma provável ação desesperada!


Eu  precisara,AGORA,"uma dose Espectral"---"de raspagem junto á minha pele".

Um lembrete vívido,para evadir-me desta veia onírica.


 "Rodopiante e sobrenatural"!



A poeira,o forte vento e os pássaros girando sobre minha cabeça,criam uma vasta distração,sobre o meu tatear ;de meu caminho abrasado e ,dissolvendo-se a cada instante-contado.


Brande,o apavoro obstruído,CALADO;por estar,ainda  sendo observado por olhos de um mercador  silencioso.


Sob uma  fuzilaria de fúlmens elétricos----um raio cai em minha frente.

"Frases mentais,soltas e sem continuidades,procuram qualquer coisa deixada ao chão.


TALVEZ,a reação terrena do ocorrido.


Sob ainda,sons Inquietos,estou visivelmente exposto a olhos,agora... de inúmeros pássaros!


-NÃO ENTRAREI NO TEMPLO!


"Este modo feroz",descrito pela minha consciência... como um desencadeio de compelir-me á entrada do templo,fez-me agir com uma destreza e rapidez de fuga----rumo á rua esquálida.Situado ao lado do templo.Como eu havia citado anteriormente.


Os revoltos reflexos ,do mercador e dos pássaros,diante de minha ação,deixaram-me ofegante e arisco.


Estou cambaleando ,sobre: ameaças Cósmicas e espirituais!

Meus pés parecem não mais encontrar,ritmos corporais.


A tempestade,fizera a poeira estar em um eletrizante bailar.

Espirais cadenciadas e coreografadas.

Assim,fora a minha visão--- sob o  fardo de um perseguido.


Uma cidadela gotejara no horizonte de minha visão.

Uma colossal estátua perturbara meu iletrado conhecimento---,sobre zombarias e dimensões!


"Universos  giratórios"


...A um enorme portão envelhecido e enferrujado á minha frente,o meu negar de entrada.

Subverto á lógica, do se seguir em frente!

Tenebrosidade tragada ,como se estivesse em minha boca,um cachimbo acendido pela fagulha de um Cometa.

.

[Sob horrores,TUDO,podem sim,vozear incompreensões latejantes.]


...Porém,um animal em fuga,não irá debruçar-se em ousadias descabidas.


"Redemoinhos-cerebrais causam estouros ",que um oprimido, recusaria  a registrar;

[é como sentir o cheiro de sua prórpria tumba ,aberta por curiosos.]

----Um coro em gargalhadas,erguidas juntamente com a pedra-tumba-----


AGORA,tudo são peçonhas!

[Quero impedir ,que outros olhos me vejam!]


Serei obstante ao meu fim,entretanto,uma não-recusa,sobre a culpa de minha curiosa incursão.


Da não superficialidade, de minhas considerações!




By Santidarko


segunda-feira, 3 de outubro de 2022

O homem que saltou um dia do amanhã(A prequela de Hônico Durbel)


 


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Ás vezes,sinto-me como um etéreo-Presente que palestra a si mesmo,introspecções sombrias.


Como poderei provar ,a fantástica realidade que me espreita?


---Talvez,habite em mim,escrúpulos que vedam desistências;que são circundadas por régios-medos;CLARO,amparados por fármacos ansiolíticos!---


Oníricos demônios-verdes,que cruzam seus passos com os meus.

Chegará o dia,que algum deles,os demônios,declinarão sobre mim.

Tropeçarão em minhas pegadas,comigo um pouco á frente.


Não entoo a mim mesmo,cântigos oriundos"de uma Alma assombrada" ou incoerente.


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Ronronares vindos com uma noite,"em que todos pareciam ter renegado as ruas da cidade"!

Eu não fora á janela,após me deitar;mas sabia...que o céu da noite sobre a cidade,"parecera estar em manutenção".

...Cinza,sem Estrelas e uma névoa que escondia de uma visão---um querer de mais á frente.


Seria como uma farsante(uma noite como esta)ler a minha sorte e,eu dar a ela,minha  crença!


"Ao debruçar meus olhos",um estranho barulho,fizera eu "badalar meus olhos"!

Minha mulher,Dília,recebera o convite para dormir na casa de minha sogra.

Ela,minha sogra,"não estivera em seus melhores dias"!

CLARO;eu poderia estar LÁ,neste instante-momento;deitado ao lado de minha querida esposa.


Lá...na cada de sua mãe.

(*Hônico está com seu olhar, a um horizonte longuínquo e imaginário)


-É...


Porém,decidira estar aqui,em meu amado lar."Com uma liberdade marcada"e, meu cachorro Geep.


--Alguns homens,saberiam bem,entender,o que eu dissera:

-..Quando denotara um pouco de liberdade!


Mas não vou entrar em entremeios matrimoniais.


-NÃO,HOJE!


Relacionar palavras e gestos ,com o que eu aprendera durante os anos de casado.


-NÃO,HOJE!


Não ...com minha  balouçante-Mente,que agora tremula como uma vela de um mercante navio ,a caminho de trocar sua carga por moedas de ouro!


Talvez,eu poderia --"me intervir"--,com uma ida ao bar.

Não haveria uma profunda estranheza arcaica,---á minha pessoa--,a esta hora da noite.

Pois,quantos insones iguais a mim e,"criaturas da noite",hão nesta calada trajetória febril e noturna?


-Inúmeros!


Mas estou aqui,animando objetos inanimados á minha volta.


-MAS EU VI,"caracteres-esfíngicos" e sombras projetadas em minhas paredes--aspectos vívidos--;estrias... sobre os  textuais conhecimentos literários!


-VOU ME LEVANTAR


Ligar a televisão e,deixá-la ligada.

-"Como um singular e deliberado, amparo".


...

"Uma proteção fonética de possíveis desvios Mentais".

...


NÃO irei povoar minhas  lembranças ,NOVAMENTE;com estranhos acontecimentos de  meses atrás.

Dos quais,o médico dissera, que fora:-APENAS sugestões cerebrais.

(*Hônico recorda-se sobre o dia de sua consulta)


-DROGA!


ATÉ AGORA A POUCO,"NÃO HAVIA INFORTÚNIOS BESTIAIS"!

Apenas eu,meu cachorro e meu videogame.


Sílabas felizes...

Di-ver-são!



Estou agora,com um boquiaberto e exaustivo, porquê...!


(*Levantou-se e, ligara a televisão!)


-Vou ao bar ou á praça em frente á minha casa?

-Pareço-me com um Vodu ,em arcadas negras do Inferno.


Talvez, haja Sim,algo neste apartamento.

Neste novo!.Que viera conosco.

-Minha  mulher,meu cachorro e eu.


A poesia,a loucura,ou exemplificaçoes sobrenaturais,me compreenderiam.


-AH ,SIM!


-Uma  fúria Espectral,coberta por noites de ondulações vocábulas, sob  nefastas chamas purgatórias.

-Penumbrosos destinos ,após  a interrupção da vida carnal.

Do celebrante livre-arbítrio!


-NÃO SOU PERTURBADO, MENTALMENTE.

Tingido pela infortuna dissipação da razão.


NÃO SOU... UM FETICHISTA MASOQUISTA OU SOMBRIO!


NÃO,SOU!


Não entoo cânticos oriundos "de uma Alma assombrada" ,ou incoerente.


NÃO,MESMO!


(*Hônico olha para um relógio de parede)


-...Já é amanhã!


Vou esquecer esse dia ,que adentrara com especulações sobrenaturais.

Ainda posso ir ao bar da esquina.


Mas e meu cachorro?

Não posso abandoná-lo.

-NÃO,MESMO!


Dília "não compreenderia",se eu telefonasse para ela e,começasse a dizer o que houve,TUDO DE NOVO!

Ela fora compreensível, quando aceitou que nós nos mudássemos para um pouco mais longe... de seu trabalho.


Dizer a ela,NOVAMENTE,SOBRE ASSOMBRAÇÕES,a faria desistir de mim.


NÃO POSSO,ENFRENTAR ISSO.

-NÃO.

(*Hônico está sentado em sua cama----com suas mãos em seu rosto.

(*Seu cachorro Geep,o observa com olhos de tristeza)

(*Logo em seguida,um negro vulto passa em frente á televisão.Apenas Geep, o vira.Hônico apenas sentira um arrepio em seus braços!)



Conto by Santidarko

sábado, 1 de outubro de 2022

Delírios rítmicos de um andarilho de pântanos oníricos


 



Ao se estar no Presente,nesta advinda ocasião----o Passado...agora, parecera ter inúmeras alternativas á minha ida disposição!

O domínio-temporal pousara na minha instante-mão ,que movia-se em verbais negações.


Em meio a olhares densos,em meio a verdades enfeitadas,erguia-se altares escusos.


Os emaranhados de sorrisos,á cada qual sua fachada--um humor decorado---;vindo de porões-cerebrais!

Simbolismos obscuros ,abertos ás espirais-frias e, sociais.

Indecifráveis ao dado momento, de um inquieto e desesperado!


Há trincos-esfíngicos,em cada nova esperança de um simplório "viajante".



Assomo-me,cada vez mais,á população noturna.

Cambaliantes ás frases de punições e diretrizes.

Talvez,tremule em  mim---a imaginação do Oeste!

A liberdade da momentânea,poente Estrela diurna.


Qual seria ...a minha verdadeira forma corpórea?

...Dos meus dados passos ou da minha  Mente que locomove-se com a cidade calma e sonolenta?





By Santidarko

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

A parábola do acumulador de existências


 


Sobreviver ás vias-cerebrais com suas belezas oníricas.

Monstros das profundas trevas,ainda sem nomes!

Paisagens confusas, com internas ordens e sem distinções nominais.

Uma fumaça ondulante ,com um apavoro ótico!


---Uma cidade estrelada por lâmpadas circundantes e, vozes sob a névoa.----

Vislumbres góticos,janelas para imaginações e auras banhadas com introspecções.

Ruínas de esperanças nos muros e em prédios marrons.


A Mente...

A Mente...


Perseguir e perseguir,o sentimento da vida com sua finitude!

Criar regras sobre o amor e seus atoleiros,a tempo de superá-los!


O belo stabilimentum de uma aranha provinciana.



By santidarko

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

A narradora de terras longínquas chegara ao "moinho cabeça de vento"



...

O incorrupto medo de preces, ao final de cada dia.(*"Medo do provérbio popular":-Quanto mais eu rezo,mais assombração, me aparece!)



As cicatrizes dos noturnos pesadelos ,fortificam-se a cada nova alvorada---Estão cada vez... mais aparentes e reluzentes!

A esperança,então, fora entregue á mercê de ratos e larvas!(*Em sua desacreditada consciência )


Afinal,como são os bastidores de um sonho.De um onírico a porvir?

Quando a mente para com consigo mesma,começa a confabular expectativas e ebulições ---que irão ascender em  uma noite á espera?


----Vindo de um factual obscuro,tudo fora possível em nossa descrita realidade.---

"Algo despertado"em algum local que anseia condicões anômolas;com participação de nossa "pobre parte"!

Talvez,estejamos secretamente ligados a algo bizarro;

...Tidos em um específica terra,apenas como superstição.

Um conto Espectral!


Uma estupenda teoria,banalizada ao nominal,desdém.


...

Sempre sob olhos mercantes---de pessoas que querem comprar e vender,até mesmo a Alma de uma mulher--,Amanda resolvera fugir de sua rotina.

Será que ela iria gostar mais de si,em algum lugar diferente?

----Sempre temos essa expectativa ao desbravar locais descritos por outras pessoas,como:bom ou muito melhor.----



Ir a algum lugar, menos quente--mas não tão frio!--;a algum lugar ,não tão populoso ou com locomoções que  necessitem de transportes públicos ou particulares.

Assim,seria mais ou menos,um  favorável e delineado destino  á Amanda.


-No final desse túnel,deve haver luz,imaginara Amanda.


Fugir de seu namorado com um"amor em desespero",também seria um dos motivos cruciais á sua fuga.



Começara a narrar para si e suas amigas,terras das quais queria desbravar.

Locais com" pessoas peculiares"e divertidas.

Parecidas ás quais,que sempre víamos em filmes que passavam em um final de tarde,junto á nossa televisão!


Então em uma noite,Amanda partira em busca de seu sonho.

LIBERDADE E AVENTURA.

Morava com sua avó e um primo.

Seu primo Rodolfo,prometera a ela,diminuir o sofrimento de sua partida,com diálogos felícitos,junto á  avó de ambos.

 Contar que Amanda e seu fabuloso egresso,eram de cunho vívido.

-Tudo em busca de melhores condições de vida.

Afinal,não era isso que sua avó sempre almejara a seus netos? 


CLARO QUE SIM! 

E o namorado de Amanda,iria cedo ou tarde,dar um "desgosto Homérico á família de Amanda"!

Sua avó,não queria que esse dia chegasse.Preocupava-se com sua neta,todas as noites---antes de conseguir pegar no sono.



A despedida de Amanda,fora epistolar.

Amanda ficara com medo de não conseguir,ir adiante com  seu "feito programado "--se tivesse que despedir-se olhando nos olhos de sua então,avó-mãe.


"Iria vestir sua mente com melancolia e remorso".


NÃO CONSEGUIRIA!


Amanda está no banco de um ônibus interestadual.

Comprara uma passagem para o extremo Sul do país.

Mas..,poderia descer no meio do caminho,antes do ponto-final;em qualquer cidade que lhe agradasse.

Com um nome bonito--de uma cidade á sua esmo-escolha!

...Com pessoas que suprissem sua expectativa-----vistas de sua janela.

Com alguma arquitetura local...;
...qualquer coisa que chamasse sua atenção!


É noite...--Amanda está dormindo, encostada na janela do ônibus.Apoiada em sua velha mochila.

Ganhara ela,a mochila,--do não muito distante--...idos tempos colegiais.


Boas lembranças, áquela época.

A alguns,o colegial fora o inferno na Terra.

Mas a outros,boas recordações!

Era o caso de Amanda.


Amanda não vira,pois era de madrugada e,ela continuara a dormir...

...mas outra garota sentara ao seu lado quando o ônibus parara em uma "cidade qualquer".

A garota acordara Amanda com os característicos barulhos de um "celular fervoroso"!
\
Notificações e mais notificações.

"A garota estivera em pleno ato tecnológico, no meio daquela madrugada".

-DESCULPE,se eu te acordei,dissera a "menina".




2-(*Qual o estranho cuidado,que deve-se ter com desapercebidos perigos?)

-----"TALVEZ,com o brilho do fogo"!!--------




-Mas estou indo ao moinho "cabeça de vento"!

-Estou gravando um vídeo,de como será minha chegada!

-Como assim?,perguntara Amanda.

-Meu nome é Joyce,aliás!(Joyce estende sua mão á Amanda)

-É sobre um moinho assombrado,repercutira com um "exacerbado olhar" á Amanda.



Amanda ainda está um pouco sonolenta....

...E Joyce é muita verborrágica!

Joyce começara a narrar,"uma história" semelhante a algo descrito na cultura Asiática,como:Kuchisake.

De uma moça que teve sua boca cortada pelo seu "estranho" namorado".


Foi deixada para definhar em um moinho.

Maria Volka,esse era o nome da moça assassinada.


..
*O porquê do nome:"Moinho cabeça de vento".

(*Poucas pessoas sabem,talvez,somente os locais antigos---que este nome fora dado,devido a uma falha na construção do moinho.

O moinho tinha uma planificação torta;possuía defeitos nas hélices e nas engrenagens ,que deveriam funcionar em hamonia, para a sua  perfeita rotação!

Então,deixaram o moinho lá,sem derrubá-lo.Pois isso,acarretaria em mais despesas ao dono da fazenda.

Um despender que o " infortunado" senhor,não mais, poderia ter.

O Moinho cabeça de vento:
-Que girava suas hélices, que rangiam e, paravam na metade de seu trajeto---ao mandado curso do vento)

(*Fazenda essa,que estava próxima,bem próxima á cidade de Tibetana e , no cume de um morro, que servira de  mirante,outrora ;antes de virar propriedade particular)

(*Após o trágico acontecimento(posteriormente o namorado de Maria Volka,tê-la assassinado-a),ninguém quis ser o responsável pela demolição do moinho.

Para alguns,seria o sepulcro de Maria Volka(Mari Volka).

Ninguém ousou ser o mandante da demolição ou estar presente no desmanche do moinho)

Mesmo que após ao ocorrido---o corpo de Maria tenha sido transportado de volta á sua cidade natal.E lá ,fora cremado.

..


3-O primeiro dos infelizes ,que não mais veria a luz do dia.Um agora,desalojado da vida.





Joyce ...narrou,gesticulou,"vendeu","comprou"ideologias e aventuras á Amanda.

Tudo, utrarrealista!

Também,com algo antirromancista.

Ou SEJA,sem apelos românticos ao amor com seu desfecho em desgraça!

Amanda "comprou"a aventura.






4-Bem-vindos á cidade de Tibetana






As meninas descem juntas na rodoviária de Tibetana.

São dez horas da manhã!

Não havia sido uma boa-noite á Amanda.

Ela não dormira bem,devido á energia-falante de Joyce.

Joyce tem uma câmera em sua mão direita."Não a tira de foco,um só segundo"!

Amanda a acompanha,Joyce e sua curiosidade----notando consequentemente,tudo á sua volta.(A cidade e os seus  transeuntes)

Antes de irem ao desbravar do moinho:

-Uma pausa para comerem;irem ao banheiro e,acertar detalhes da ida.

Ir ao moinho,não era proibido.

Apenas,ninguém,local, apreciava saciar a curiosidade de  ir até lá!(somente turistas e curiosos)

"Ousados e/ou desacreditados"!


Uma senhora que atendeu-as na pequena lanchonete,,dissera a elas:

-PARA NÃO IREM ATÉ LÁ!
-OBRIGADO PELA PREOUCUPAÇÃO!,agradecera Joyce.


"Joyce...tinha o controle de tudo"!
Falava por ambas---quase sempre!


Iam a pé,pois o dinheiro era pouco.Também,não  havia uma linha de ônibus circular ou motoristas que combrassem um preço razoável ao destino requerido.

Muitos motoristas,tinham ressalvas a esse lugar---Ao moinho.

Ouviram diversas"histórias de mau agouro".


Joyce rende-se ao cansaço."Acabara sua bateria"."Sua carga emocional e destemida"

Resolvem então,dormir um pouco ,em um hotel simples.

Amanda concordara.CLARO!

Apenas um quarto para ambas.Gastar pouco--isso foi um "acordo visual"--,desde que elas  colocaram seus pés  fora do ônibus.


Joyce gastara um dinheiro exorbitante em  seu caro,caríssimo equipamento---mas com intuito de fazer dinheiro com ele.Não tinha meios financeiros  á sua disposição.

Amanda...gastaria o que não fosse conotado por ela,como supérfulo!


Perderam a hora.São cinco e meia da tarde.
O banho que Amanda  queria ter tomado antes de partir á aventura,fora por água a baixo!

MOCHILAS NAS COSTAS,HORA DE IR!


Levaria do hotel ao moinho,uma hora de caminhada.

Foi o que a recepcionista do hotel  e o GPS delas,disseram!

Sem passos apressados.Ir com calma ,para terem vitalidade física e emocional.
O primo de Amanda,ligara para ela--mas por diversas vezes;a ligação:caíra e caíra!

A cidade  tem altos morros  em seu entorno e,poderia se afirmar também:que havia apenas uma antena na cidade.Uma antena de comunicação,que geria toda a demanda de telefonia.

-Tentaremos falar com ele,depois!,dissera Joyce,um pouco eufórica.

-TUDO BEM!

-Eu consegui dizer que estava bem e,saber que minha avó está bem também!,falara a sorridente Amanda.

-ÓTIMO,encorajara Joyce ,com um toque no ombro de Amanda.

-VAMOS AMANDA!
-ESPERE, Joyce!

-Você não tem ninguém,do qual deseja falar?-Um namorado,um amigo?

-Seus pais?
-EU MORO SOZINHA,Amanda.

-Mas tenho pessoas das quais eu amo,SIM!

-Eles sabem ...que estou sempre viajando ou estou em algum trabalho.

Falo com eles por mensagens ou redes sociais.

-NÃO SE PREOCUPE..ESTÁ TUDO ATUALIZADO EM MEUS PERFIS!

-VAMOS,AMANDA.
-VAMOS LOGO!


Amanda começara a pensar no caminho,o porquê de ter aceitado essa "jornada".

TALVEZ,porque,a "pobre moça"não tivera  a chance ,que ela,Amanda, "trouxera consigo".

Escapar de um amor fadado á trajédia.
De talvez...a moça ter falhado com a sua coragem ,para mudar seu destino.
-"Desatar o nó"de submissão e vigilância-amorosa!


Joyce,ora,alterna para uma" música raivosa" em seu celular;ora, filma e narra suas emoções!

Após uma hora de caminhada e, pessoas(homens)oferecendo carona,ELAS CHEGAM AO LOCAL!

Passam por debaixo de uma cerca de arame farpado.

Não há ninguém que tome conta á noite --da"abandonada fazenda".

Apenas de dia.

O ranger do moinho,realmente ,intimida a qualquer um.

Está iniciando-se  uma noite de clima agradável!

Mas um frio repentino,faz com que as duas,procurem blusas em suas respectivas mochilas.

Há alguns segundos atrás,elas estavam com calor e sede.

Devido á caminhada,CLARO!

ESTRANHO!

Joyce tem uma lanterna em sua mão esquerda..
VIERA,REALMENTE PREPARADA  A ESTE "ENCONTRO".

-Dá para ver a pequena cidade de Tibetana,todo iluminada daqui de cima;
...foi o que Amanda...dissera sorrindo.



Joyce está gravando, o que aguardara tanto.

ESTAR ALI.

Joyce passara a lanterna para as "preoucupadas mãos" de Amanda.

Amanda sentira,algo como um sussurro em seu ouvido esquerdo.

Seu braço ...arrepia-se.

A coluna de Amanda ---TAMBÉM----subindo até á sua nuca...

-SENTIMENTO...ESTRANHO,ESTE!,indaga a si mesma.

-Uma sensação de calor e frio ao mesmo tempo!
Há uma pequena escada em espiral ao lado da parede interna do moinho.

Á esquerda da entrada do moinho.

Joyce está pensando em subi-la.
"A luz de sua câmera,segue a trajetória da escada".

Há uma narração, de "contentamento" ,vinda de Joyce.

Amanda chama sua atenção:
-Joyce,es-espere!-Aonde você quer ir?
Joyce aponta para uma pequena estrutura,que deve estar na parte de cima do moinho.

Amanda,novamente questionara Joyce.

Ela,Amanda,quisera discutir mais afundo,cada passo que deveria ser dado por ambas.
-PARCERIA E CUIDADO,"soletrara" Amanda.

Joyce chegara a por um de seus pés,no primeiro degrau.Está agora,parada.Sem ir adiante ou retroceder.

Fora devido ás palavras de Amanda e,em sequência ,por  um vento que anunciara sua passagem pelos entremeios das velhas madeiras que compunham o despovoado moinho.

Ainda está frio ,dentro do desértico e assustador moinho.
Poderia-se acentuar com mais exatidão,se elas tivessem um termômetro em mãos---está a cada momento,mais gélido!


Repentinamente, um corte no rosto de Joyce.
Como se alguém,tivesse ferido-a de propósito!

Amanda ,ao virar-se á sua amiga---"sua atenção que estava um pouco trêmula"---notara o feio corte em seu rosto.
-O que é isso,Joyce?
-Não sei Amanda,responde Joyce passando a mão  na maçã de seu maquiado rosto!

-Quer saber Joyce?
-TUDO ISTO,é uma péssima ideia!

Joyce,ainda" tem um pouco de  coragem em suas pernas e mãos"!
Amanda tem medo em seus olhos.
Amanda insisti para que elas,deixem o local.
Amanda chegara até a porta do qual entraram.

Joyce sobe as escadas.
cQuando Amanda percebera ---a intrepidez de Joyve,---a tinha levado ao pequeno andar de cima.

Amanda não soubera ao certo,qual ação,deveria tomar.

-Ficar juntas?
-Ir procurar alguém?
-Chamar Joyce?

Amanda sai de perto da porta e vai até ao início da escada.

CHAMA, JOYCE!
GRITARA,NOVAMENTE!

Há uma ventania lá fora.Isso atrapalha o ouvir de Amanda---com os barulhos de madeira,da hélice estimulando-se a rotacionar ,sua defeituosa trajetóra.

-JOYCE,RESPONDA.
-POR FAVOR!

Há apenas,o barulho do vento!
Amanda está olhando para o ínicio da escada."Atentando-se,apenas ao primeiro degrau.

Está ali,"como uma catatônica".
A lanterna que está em sua mão direita,está iluminando ,o início da escada em espiral.

Ela então,aponta a lanterna para cima.Aonde a escada,a levaria,caso subisse.

Ela chama Joyce,mais três vezes.

NADA!


"O curioso",é que ...a luz da câmera de Joyce,"deveria estar em movimento";'como sua locomoção abelhuda"!

Amanda,não irá subir.
-Se isso for alguma espécie de brincadeira ou encenação,irei embora,AGORA!,brabejou Amanda.

AINDA SEM RESPOSTA.

Algo ou alguém,derrubara Amanda.
(Machucara sua mão e seu cotovelo)

-JOYCE,POR-POR FAVORRR!
-ME AJUDE!

(*Se existisse ali,,no moinho,um espectro do qual sofrera na mão de um "amor",não deveria ajudá-las?
Ter compaixão ou afeto para com as duas meninas?
Creio eu--um ingênuo, eu--que deveria de ser assim."Uma protetora de inocentes"!

Mas, o que elas e muitos da cidade não sabiam,que, após o triste desfecho amoroso de Maria Volka,o seu namorado,o assassino,fora enforcado ali--Pelos irmãos de Maria.---
Apenas eles,os irmãos e, algumas autoridades locais,conheciam,o que realmente acontecera com o homicida.

Diziam os moradores:
-que ele fora preso em outro estado;
-que fora morto no presídio;
-que havia se suicidado;
-que havia desaparecido,fugido;
-que morrera de alguma doença.

Todos estes indícios,eram falsos!

"Ele continuara lá,no moinho".
Um maldito incorpóreo!

As meninas,não tiveram a menor chance de saída,quando entraram naquele lugar perverso.



Maria Volka,Tibetana e conto:By Santidarko